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BAP afirma cortes nos esportes olímpicos para fortalecer o futebol do Flamengo

Bap afirma que cortes nos esportes olímpicos fortalecem o Flamengo e critica a Lei das SAFs, que, segundo ele, favorece capital estrangeiro e reduz investimentos nos clubes

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Luiz Eduardo Baptista, o Bap, presidente do Flamengo (Foto: Reprodução/Flamengo TV)
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  • O presidente do Flamengo, Marcos Braz (BAP), afirmou que cortes nos esportes olímpicos eram necessários para reforçar o futebol do clube.
  • Braz afirmou não poder mais apoiar os esportes olímpicos por causa da Lei das SAFs (Sociedades Anônimas do Futebol), que, na visão dele, prejudica os clubes do Brasil.
  • Ele criticou a atuação de capital estrangeiro extrativista, que distribui dividendos para fora em vez de investir nos clubes locais.
  • Segundo Braz, a legislação atual permite que o soccer administrado como SAF tenha carga tributária menor sem contrapartidas para a formação de atletas.
  • O dirigente disse que o Flamengo está engajado numa campanha pelo esporte nacional, não apenas pelo futebol.

O presidente do Flamengo, conhecido como BAP, afirmou que cortes nos esportes olímpicos eram necessários para reforçar o futebol do clube. As declarações foram feitas em tom crítico à atual situação financeira do Rubro-Negro.

Ele aponta que a Lei das SAFs favorece a captação de capital estrangeiro que distribui lucros para fora, em detrimento de investimentos nos clubes brasileiros. Segundo BAP, isso não faz sentido, pois prejudica o esporte nacional, não apenas o futebol.

Para o dirigente, mesmo com conquistas recentes e receitas em alta, manter o time no topo do futebol sul-americano depende de recursos vindos dos cortes de esportes olímpicos, influenciados pela estrutura tributária e pelos incentivos às SAFs.

Impacto da Lei das SAFs

BAP afirma que a legislação permite ao futebol atuar com menor carga tributária, sem exigir contrapartidas de formação de atletas. O presidente diz que essa dinâmica concentra recursos, prejudicando o desenvolvimento de base no Brasil.

Ele reforça a necessidade de equilíbrio entre esportes olímpicos e futebol, em defesa de investimentos que beneficiem o esporte nacional como um todo, não apenas o futebol. As declarações reiteram críticas ao modelo atual.

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