- O presidente do Flamengo, Marcos Braz (BAP), afirmou que cortes nos esportes olímpicos eram necessários para reforçar o futebol do clube.
- Braz afirmou não poder mais apoiar os esportes olímpicos por causa da Lei das SAFs (Sociedades Anônimas do Futebol), que, na visão dele, prejudica os clubes do Brasil.
- Ele criticou a atuação de capital estrangeiro extrativista, que distribui dividendos para fora em vez de investir nos clubes locais.
- Segundo Braz, a legislação atual permite que o soccer administrado como SAF tenha carga tributária menor sem contrapartidas para a formação de atletas.
- O dirigente disse que o Flamengo está engajado numa campanha pelo esporte nacional, não apenas pelo futebol.
O presidente do Flamengo, conhecido como BAP, afirmou que cortes nos esportes olímpicos eram necessários para reforçar o futebol do clube. As declarações foram feitas em tom crítico à atual situação financeira do Rubro-Negro.
Ele aponta que a Lei das SAFs favorece a captação de capital estrangeiro que distribui lucros para fora, em detrimento de investimentos nos clubes brasileiros. Segundo BAP, isso não faz sentido, pois prejudica o esporte nacional, não apenas o futebol.
Para o dirigente, mesmo com conquistas recentes e receitas em alta, manter o time no topo do futebol sul-americano depende de recursos vindos dos cortes de esportes olímpicos, influenciados pela estrutura tributária e pelos incentivos às SAFs.
Impacto da Lei das SAFs
BAP afirma que a legislação permite ao futebol atuar com menor carga tributária, sem exigir contrapartidas de formação de atletas. O presidente diz que essa dinâmica concentra recursos, prejudicando o desenvolvimento de base no Brasil.
Ele reforça a necessidade de equilíbrio entre esportes olímpicos e futebol, em defesa de investimentos que beneficiem o esporte nacional como um todo, não apenas o futebol. As declarações reiteram críticas ao modelo atual.
Entre na conversa da comunidade