- André Jardine completou quatro anos no México, começando pelo Atlético de San Luís, clube de menor orçamento, após deixar a Seleção brasileira.
- Em 2023, ele foi contratado pelo América e se tornou recordista de títulos do clube, além de ser eleito o melhor técnico da temporada pela Liga MX.
- O apelido “La Jardineta” surgiu na imprensa mexicana devido ao estilo de jogo desenvolvido pelo treinador no San Luís, que ganhou destaque no país.
- Com o América, Jardine ganhou quatro troféus em um ano: bicampeonato mexicano, Campeón de Campeones e Supercopa, além de levar o clube a um tricampeonato mexicano na sequência.
- Hoje, o desafio é vencer a Concachampions de 2026 e, com isso, mirar vagas no Intercontinental da FIFA de 2029, mantendo o exemplo de sucesso no México.
André Jardine completa quatro anos no México, onde tornou-se um dos treinadores mais bem-sucedidos do futebol local. O técnico brasileiro passou a ter o ciclo mais sólido da carreira, após deixar a seleção olímpicamente vitoriosa no Brasil. A aposta foi questionada na época, mas rendeu títulos e reconhecimento.
Ao chegar em 2022, Jardine trocou a CBF pelo Atlético San Luís, então na parte inferior da tabela, após atuar como auxiliar de Tite. A mudança foi vista como arriscada, mas ele confiou no projeto e superou as expectativas iniciais.
La Jardineta
O trabalho em San Luís chamou a atenção e rendeu o apelido de La Jardineta. Em pouco tempo, Jardine foi contratado pelo América, clube com maior torcida do país, que pagou a multa rescisória em 2023 para vê-lo à frente do time.
Em um ano, o treinador conquistou quatro troféus: bicampeonato mexicano, Campeão dos Campeões e Supercopa. Também foi eleito melhor técnico da Liga MX naquela temporada, consolidando o perfil vitorioso no país.
Novo patamar no América
Desde 2023/24, Jardine continuou somando títulos com o América, incluindo um tricampeonato mexicano e mais dois troféus. A sequência elevou o nível do clube e consolidou a atuação do brasileiro no futebol mexicano.
A idolatria no México aumentou, levando Jardine a recusar propostas de outros clubes, como o Botafogo, em 2024, para permanecer no América. A permanência consolidou o projeto e a relação com a torcida.
Novo desafio e perspectivas
Atualmente, Jardine trabalha para evitar o jejum de títulos da Concachampions do América, que não vence a competição desde 2016. Bateu na trave em 2024 e 2025, ao perder para Pachuca e Cruz Azul, respectivamente.
Com a expectativa de liderar o América ao título da Concachampions em 2026, o treinador também mira a vaga no Intercontinental da FIFA e a Copa do Mundo de Clubes de 2029, buscando manter o clube entre os maiores da região.
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