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Palmeiras encerra parceria com Grupo Fictor após pedido de recuperação judicial

Palmeiras encerra patrocínio com Grupo Fictor após recuperação judicial; clube avalia medidas legais para receber R$ 30 milhões por temporada

Palmeiras vence Burkina Faso e conquista título da primeira edição da Copa Fictor Sub-17
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  • O Palmeiras rompeu o contrato de patrocínio com a Fictor após o grupo entrar com pedido de recuperação judicial.
  • O patrocínio, iniciado em março de 2025, previa R$ 30 milhões por temporada, com a marca nas costas dos uniformes e espaço máster nas camisas das categorias de base.
  • O clube disse que estuda as providências legais cabíveis para receber os valores devidos pela Fictor.
  • a rescisão ocorreu por inadimplemento contratual e pelo pedido de recuperação judicial do grupo.
  • A Fictor Holding Financeira entrou com recuperação judicial em São Paulo; em 2025 tentou comprar o Banco Master, cuja liquidação extrajudicial foi decretada pelo Banco Central, com dívidas estimadas em cerca de R$ 4 bilhões.

O Palmeiras anunciou a rescisão do contrato de patrocínio com a Fictor, holding financeira que entrou com pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão foi comunicada na noite desta segunda-feira (2) por meio das redes sociais do clube.

Segundo a nota, o clube avalia as providências legais cabíveis para obter os valores devidos pela Fictor. O acordo previa pagamento de 30 milhões de reais por temporada, com validade de três anos, e a marca ocupava as costas dos uniformes masculinos e femininos, além do espaço máster nas camisas das categorias de base.

Entenda o caso do Grupo Fictor

A Fictor Wiring Holdings Protocol entrou com pedido de recuperação judicial em São Paulo. A empresa havia tentado comprar o Banco Master em novembro de 2025, uma operação que terminou com a liquidação do banco decretada pelo Banco Central.

O grupo calcula compromissos em torno de 4 bilhões de reais e informou que planeja quitá-los sem deságio. A recuperação judicial é apresentada após o abalo causado pela tentativa de aquisição do Banco Master, que impactou fluxos operacionais do grupo.

A instituição sinaliza que a crise resultou em desvalorizações de ativos, incluindo a queda de cerca de 50% no valor de mercado da subsidiária Fictor Alimentos S.A. entre 17 de novembro e 1º de fevereiro. A notícia também impactou a percepção pública sobre a operação do grupo.

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