- Corinthians venceu o Flamengo por dois a zero para ficar com a Supercopa do Brasil, no Mané Garrincha, em Brasília, neste domingo.
- Dorival Júnior explicou que a equipe pressionou a saída de bola do Flamengo e neutralizou Arrascaeta e Carrascal, com marcação mais individualizada.
- O treinador disse que a estratégia era arriscar a pressão para dificultar infiltrações, destacando a entrega dos jogadores.
- Ele afirmou que onze atletas tiveram virose, mas Garro e Yuri foram os mais afetados, ainda assim atuaram.
- os desdobramentos mostraram o aprendizado das derrotas anteriores contra o mesmo adversário para a final.
O Corinthians conquistou a Supercopa do Brasil ao vencer o Flamengo por 2 a 0 neste domingo, no Mané Garrincha, em Brasília. A vitória definiu a decisão com atuação consistente da equipe paulista.
Dorival Júnior detalhou a estratégia de pressionar a saída de bola rubro-negra, com foco em anular Arrascaeta e Carrascal. A tática visou impedir infiltrações, reduzindo as opções de construção do adversário.
Ele destacou ainda que, apesar da vantagem, o time enfrentou uma virose que atingiu onze jogadores. Entre os mais impactados pelos sintomas, ficaram Garro e Yuri, que mostraram grande dedicação.
Desdobramentos
A preparação levou em conta as partidas anteriores contra o Flamengo, segundo o treinador, servindo de aprendizado para a final. O acúmulo de experiências ajudou a montagem do plano adotado na decisão.
Apesar dos contratempos, o elenco priorizou o resultado, mantendo o foco no que foi proposto pela comissão técnica. O desempenho coletivo foi determinante para o triunfo.
Próximos jogos do Corinthians
- Capivariano (C) – 05/02, 20h30, Campeonato Paulista
- Palmeiras (C) – 08/02, 20h30, Campeonato Paulista
- Red Bull Bragantino (C) – 12/02, 20h, Campeonato Brasileiro
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