- Corinthians venceu Flamengo por 2 a 0 e sagrou-se bicampeão da Supercopa do Brasil, na Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília.
- Carrascal, do Flamengo, foi expulso após checagem das imagens pelo VAR, por conduta violenta contra Breno Bidon; o lance ocorreu no fim do primeiro tempo e a decisão foi tomada após o intervalo.
- A primeira checagem não mostrou evidência conclusiva, mas uma segunda revisão confirmou a infração, levando à expulsão do jogador.
- O VAR ficou desligado entre os minutos 15 e 34 do segundo tempo devido a uma pane elétrica no estádio, o que deixou de ser analisado um gol de Memphis Depay.
- A arbitragem seguiu os protocolos internacionais, com comunicação aos capitães e treinadores, e a CBF sustentou que as decisões foram tomadas dentro das Regras do Jogo.
O Corinthians venceu o Flamengo por 2 a 0 na final da Supercopa do Brasil, disputada neste domingo na Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília. A partida teve expulsão de Carrascal, do Flamengo, e contou com panne elétrica que deixou o VAR indisponível em parte do segundo tempo. A decisão teve o peso de confirmar o bicampeonato do clube paulista.
A CBF divulgou nota oficial esclarecendo o lance que tirou Carrascal de campo. Após checagem das imagens, foi identificado erro de conduta violenta com o atleta rubro-negro, que recebeu cartão vermelho após a paralisação do jogo, já no intervalo do primeiro tempo.
Expulsão de Carrascal
Conforme a nota, a expulsão ocorreu após avaliação das imagens pelo VAR, que apontaram conduta violenta fora da disputa da bola. A decisão foi tomada durante o intervalo entre os tempos, seguindo os protocolos vigentes.
Pane elétrica no VAR no segundo tempo
A CBF informou que o VAR ficou sem funcionamento entre os minutos 15 e 34 do segundo tempo devido a uma pane elétrica no estádio. Durante esse período, o Corinthians teve um gol anulado aos 14 minutos, por impedimento marcado na origem do lance.
Regras e procedimentos
A nota afirma que a arbitragem cumpriu os protocolos internacionais, com comunicação formal a capitães e treinadores. Os procedimentos seguem o Livro de Regras 2025/26 e o Protocolo do VAR da FIFA, inclusive para casos de conduta violenta. Não houve prejuízo técnico ou esportivo à partida.
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