- Zubeldía afirma que, no Fluminense, Ganso e Lucho Acosta são os principais nomes que vestem a camisa 10, mas destaca que nem todos que usam o número cumprem a função criativa.
- O treinador diz que no Brasil existem menos camisas 10 do que se imagina, pois muitos jogadores atuam como pontas ou atacantes, como Savarino e Luciano.
- Em comparação com a Argentina, ele cita De Paul, Paredes e Mac Allister como 10 nas primeiras fases de carreira; Messi é citado como fora do padrão atual.
- Na visão de Zubeldía, a essência de um camisa 10 na Argentina é diferente da brasileira, com a maioria dos brasileiros atuando hoje mais como volantes ou alas criativos.
- O Fluminense volta ao campo no domingo, às 20h30, para enfrentar o Botafogo pelo Campeonato Carioca.
O treinador do Fluminense, Martín Zubeldía, analisa o uso da camisa 10 no futebol brasileiro e na Argentina. Segundo ele, ter o número não garante a função criativa, e jogadores podem atuar como 10 mesmo sem seguir o perfil tradicional. A discussão parte da diferença entre Brasil e Argentina na prática.
Zubeldía aponta que no Fluminense Ganso veste a 10 e Lucho Acosta é o titular da função. Entre brasileiros, ele cita ainda nomes que usaram o número, como Savarino e Luciano, mas afirma que nem todos cumprem o papel clássico de criador. Para o treinador, o conceito vai além do número da camisa.
Na visão do técnico, a essência do 10 argentino difere da brasileira. Ele cita De Paul, Paredes e Mac Allister na base da seleção argentina, além de Messi, para explicar que no Brasil há menos camisas 10 efetivas do que se imagina. A observação acompanha a tendência de evoluções táticas locais.
Perspectiva sobre Brasil e Argentina
De acordo com Zubeldía, no Brasil muitos jogadores que vestem a 10 atuam como pontas ou atacantes. Ele destaca que Savarino, por exemplo, jogou mais pela direita e passou a atuar também pela esquerda e como meia; Luciano, no São Paulo, é apontado como atacante próximo do 11. O treinador sustenta que o rótulo nem sempre condiz com as características reais.
Ele ressalta que, na seleção, apenas alguns jogadores mantêm a função criadora associada ao 10. Fora Messi, outros talentos passaram a atuar mais recuados no meio-campo ou como volante. A conclusão é que o Brasil formou menos “camisas 10” recentemente, enquanto os pontas nacionais figuram entre os melhores.
O que vem por aí para o Fluminense
O Fluminense volta a campo no domingo, 1º, contra o Botafogo, às 20h30 (horário de Brasília), pelo Campeonato Carioca. A partida pode consolidar posições no topo da tabela estadual e serve de teste para as ideias de Zubeldía sobre o uso da camisa 10.
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