- Internacional estreou no Brasileirão com derrota por 1 a 0 para o Athletico-PR no Beira-Rio, gerando sinal de alerta nos bastidores.
- A sequência da equipe no nacional é complicada: Flamengo, Palmeiras, Remo e uma viagem longa até Belém, além de ainda ter decisões do Estadual pela frente.
- Há incerteza sobre manter o Brasileirão como prioridade ou investir no título do Gauchão, com decisões sobre o elenco dependentes de avaliações médicas.
- O técnico Paulo Pezzolano disse que a prioridade é jogo a jogo; a escolha de atuar contra o Caxias depende da recuperação de atletas.
- A possibilidade é usar nomes importantes na próxima partida, no Centenário, enquanto o restante do Estadual segue incerto e pode depender de resultados contra Rubro-Negro e Verdão.
O Internacional estreou no Brasileirão com derrota por 1 a 0 para o Athletico-PR, no Beira-Rio, em noite de quarta-feira. O resultado acendeu o alerta no clube gaúcho, diante da tabela pesada pela frente e de um calendário que mistura Brasileirão e Estadual.
O clube busca entender o impacto do resultado sobre a montagem da equipe. Segundo apurações, a definição do time para a próxima partida depende de avaliações médicas e do estado de recuperação de cada jogador, já que o Inter encara sequência com mais jogos consecutivos e viagens pelo país.
O desafio imediato é o duelo com o Caxias, no sábado, pela fase final do Gauchão, com a presença esperada de atletas-chave. A equipe mantém a dúvida sobre manter força máxima no Estadual ou priorizar o Brasileirão, para evitar desfalques e buscar vagas em competições internacionais no próximo ano.
Para o técnico Paulo Pezzolano, a prioridade continua sendo jogo a jogo, e as decisões sobre o elenco dependem do estado físico dos atletas. A direção do Beira-Rio analisa cenários que envolvem três postulantes ao título nacional e uma longa viagem entre jogos, com foco nas duas competições.
Dentro do ambiente colorado, cresce a aposta de que a taça do Gauchão é possível neste ano. No entanto, há quem defenda priorizar o Brasileirão para não repetir dificuldades de 2025 e, ainda, para manter o sonho de uma vaga na Sul-Americana ou na Libertadores.
A estreia também evidencia o desgaste de atletas após o Gre-Nal do fim de semana anterior, que abriu o ciclo de jogos mais intenso. Tecnico e elenco já preveem um 2026 duro, com carga de jogos e exigência física elevado, segundo análises de membros da diretoria e da comissão técnica.
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