- Axel, ex-volante do São Paulo, construiu a carreira nos anos noventa, começando no Santos e chegando ao Morumbi em 1993, onde viveu seu auge técnico.
- No São Paulo, integrou o elenco vice-campeão da Libertadores de 1994 e campeão da Recopa Sul‑Americana no mesmo ano; recebeu sondagens de clubes europeus.
- A estreia no futebol internacional ocorreu em 1997, com a transferência para o Sevilla, na Espanha, abrindo passagem fora do Brasil.
- Depois de passagem por Bahia, Athletico Paranaense e retorno ao São Paulo em 2000, encerrou o ciclo como jogador em clubes nacionais e internacionais, incluindo Sport e Cerezo Osaka.
- Hoje radicado em Santos, Axel atua como líder de igreja evangélica, mantém vínculo com o esporte em funções de formação e apoio técnico, além de ter passado por disputas judiciais envolvendo o INSS.
Axel, ex-volante do São Paulo, passou dos anos 1990 para a vida pós-ferro com uma trajetória marcada pela solidez no meio de campo, leitura de jogo e presença física. Nascido em Santos, formou-se no futebol das bases do litoral antes de chegar ao Santos e se profissionalizar no final dos anos 1980.
No Santos, disputou mais de 200 partidas oficiais e se firmou como um jogador regular no início dos anos 1990. O desempenho chamou a atenção do mercado e, no fim de 1993, foi negociado com o São Paulo em troca envolvendo outros atletas. No Morumbi, integrou um elenco de destaque.
Carreira de destaque no Brasil e no exterior
No São Paulo, Axel integrou o grupo vice-campeão da Libertadores de 1994 e campeão da Recopa Sul-Americana no mesmo ano. A regularidade o colocou entre jogadores cotados por grandes clubes europeus, como Real Madrid e Milan.
Sua experiência internacional começou em 1997, quando foi contratado pelo Sevilla, na Espanha. A passagem foi breve, mas contribuiu para ampliar o repertório técnico do jogador. De volta ao Brasil, atuou por Bahia e Athletico Paranaense, este último ajudando a classificar o time para a Libertadores de 1999.
Retorno ao São Paulo e fases seguintes
Em 2000, Axel retornou ao São Paulo e foi destaque do time campeão paulista. A temporada trouxe cobrança intensa da torcida, principalmente na Copa do Brasil, típica de atletas em clubes de alta pressão. O período consolidou o carimbo de jogador-chave, mesmo com críticas.
Após deixar o Morumbi, seguiu atuando por diversos clubes no Brasil e na Ásia, incluindo Sport, Botafogo-SP e Cerezo Osaka. Ainda passou por Portuguesa Santista, Paraná e Figueirense, encerrando a carreira em equipes de menor visibilidade, com raízes em Santos.
Papo de quadra e vida após a carreira
Paralelamente, Axel ganhou projeção no showbol, defendendo o Santos e a Seleção Brasileira. Um gol decisivo contra a Argentina em showbol ficou marcado na memória. Fora das pistas, concentrou suas atividades na igreja evangélica, da qual é fundador e líder, em Santos.
Além disso, viu-se envolvido em disputas judiciais relacionadas a auxílio-acidente do INSS, reflexo das lesões acumuladas ao longo da carreira. Em paralelo, atuou como treinador, trabalhando em bases e no futebol profissional, mantendo vínculo com o esporte.
Clubes da carreira de Axel
- Santos (1989–1993)
- São Paulo (1994–1997)
- Sevilla – Espanha (1997–1998)
- Bahia (1998)
- Athletico Paranaense (1999)
- São Paulo (2000)
- Sport (2001)
- Botafogo-SP (2002–2003)
- Cerezo Osaka – Japão (2003)
- Portuguesa Santista (2004 e 2007)
- Paraná (2004)
- Figueirense (2005)
- Campinense (2006)
- Pelotas (2007)
- Santacruzense (2007)
- Jabaquara (2008)
- Camboriú (2009)
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