- Diniz minimizou a bronca nos jogadores após a derrota de virada por 2 a 1 para o Mirassol, na estreia do Brasileirão.
- O treinador disse que é duro nas cobranças, mas também amoroso com os atletas e que os respeita.
- A cobrança aconteceu durante a pausa para hidratação no primeiro tempo, com o atacante Nuno Moreira entre os mais cobrados.
- Ele afirmou que não há circo e citou o caso do Rayan para defender seu jeito de cobrar, afirmando que ajuda os jogadores a evoluírem.
- O Vasco tem próximos jogos contra Madureira, Chapecoense e Botafogo, em datas de fevereiro, em competições estaduais e nacionais.
Diniz minimizou a suposta bronca nos jogadores após a derrota por virada por 2 a 1 para o Mirassol, na estreia do Brasileirão, nesta quinta-feira, no Maião. O treinador afirma que é firme na cobrança, mas também mostra carinho pelo elenco do Vasco.
Em coletiva após o jogo, o técnico disse que cobrar de forma firme não impede demonstrar respeito aos atletas. Ele afirmou que o time despertou após a cobrança e rebateu críticas a cenas de tensão durante o intervalo.
O treinador citou exemplos de cobranças enérgicas envolvendo jogadores, ressaltando que a relação com o grupo é de apoio. Garantiu que não alimenta circo e que não há maldade em suas atitudes.
Contra o Mirassol, o Vasco abriu o placar com Philippe Coutinho, mas levou a virada após falhas defensivas. O revés marca o início da campanha na Série A, com queda na tabela ao fim do confronto.
Contexto da cobrança e reação do elenco
Diniz reforçou que a cobrança é parte do método de trabalho e que o time, segundo ele, sabe lidar com esse estilo. O técnico enfatizou que o respeito aos jogadores é mútuo e que a função dele é ajudar a evoluir.
Ele explicou ainda que o ambiente dentro do elenco não passa por tumulto e que não há objetivo de perturbar o grupo. Afirmou que o foco é melhorar rapidamente para as próximas partidas.
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