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Arrascaeta rebate analista de arbitragem após lance polêmico

Arrascaeta rebate analista de arbitragem após lance polêmico contra o São Paulo; VAR manteve decisão de campo e Flamengo sofre derrota na estreia do Brasileirão

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Lance polêmico no final de São Paulo e Flamengo, pela 1ª rodada da Série A
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  • São Paulo venceu o Flamengo por 2 a 1 pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro, no Morumbi, nesta quarta-feira (28).
  • O lance polêmico envolveu Arrascaeta, que finalizou após rebote do goleiro e reclamou de um toque de Alan Franco; o árbitro Wilton Pereira Sampaio mandou seguir.
  • Analista Paulo Caravina classificou o toque como acidental e disse que o árbitro foi bem ao não marcar pênalti.
  • Arrascaeta reagiu às redes sociais, questionando se o contato atrapalhou a finalização, citando até a força da batida.
  • O VAR acompanhou o lance frame a frame, mantendo a decisão de seguir com o lance, conforme relato de quem comanda o árbitro em campo.

O Flamengo perdeu para o São Paulo por 2 a 1 na noite de quarta-feira (28), pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro, no Morumbi. O resultado gerou debate após um lance de possível pênalti envolvendo Arrascaeta, recurso analisado pelo VAR.

O uruguaio Arrascaeta finalizou após vencer o rebote do goleiro Rafael, mas reclamou de contato com Alan Franco, do São Paulo, ainda no momento da finalização. Wilton Pereira Sampaio mandou seguir, sem marcar pênalti, conforme apuração do árbitro de campo.

O analista Paulo Caravina avaliou o lance como acidental e afirmou que o árbitro fez a leitura correta ao não apontar pênalti. Em resposta, Arrascaeta criticou a análise e lembrou que a força e a trajetória da bola não foram as mesmas em finalizações anteriores.

Caravina manteve a posição de que houve contato, mas que o toque não impede a conclusão do chute e, portanto, não caracteriza infração. O profissional reforçou que o desestabilizar o jogador pode ocorrer, desde que não impeça a jogada, conforme as regras.

Análise do VAR

O VAR manteve a leitura de que Arrascaeta tinha prioridade no chute e que o São Paulo não alterou a passada de forma decisiva. A operação indicou que o contato não foi suficiente para anular a jogada, mantendo a decisão de campo.

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