- Arrascaeta, do Flamengo, pediu nas redes sociais que a página Sou do Apito analisasse o lance em que não houve pênalti a favor do Rubro-Negro.
- A jogada ocorreu nos últimos 20 segundos da estreia do Brasileirão, no Morumbi, contra o São Paulo, com o Flamengo pressionando.
- O lance envolveu uma defesa de Rafael após cabeçada de Bruno Henrique; na sobra, Arrascaeta acabou finalizando e reclamou de ter sido calçado.
- O VAR, com Rodrigo D. Alonso Ferreira e analistas, entendeu que Arrascaeta tinha prioridade de chute e houve contato, mas não suficiente para pênalti; Wilton Pereira Sampaio manteve a decisão de campo.
O episódio ocorreu nos minutos finais da estreia do Flamengo no Brasileirão, no Morumbi, em partida contra o São Paulo. Vinda de um cruzamento de Plata, Bruno Henrique cabeceou, Rafael fez defesa e houve rebote, momento em que Arrascaeta finalizou.
O camisa 10 do Flamengo afirmou ter sido atrapalhado pelo zagueiro Alan Franco na jogada, e pediu nas redes sociais que o lance fosse analisado. A cobrança ocorreu após a conclusão da finalização, na qual o brasileiro reclamou de possível descumprimento das regras antes do chute.
No lance, o árbitro Wilton Pereira Sampaio não assinalou pênalti, mesmo com o parecer de parte da equipe de vídeo assistente. A cabine, chefiada por Rodrigo D. Alonso Ferreira, observou que Arrascaeta teria prioridade de chute, com contato do defensor, mas considerou que o contato não caracterizava penalidade.
Segundo a análise da equipe de VAR, a posição de Arrascaeta era favorável ao chute, porém o toque de Alan Franco não teria sido suficiente para justificar a marcação de pênalti. A decisão permaneceu, segundo o protocolo do jogo, sem mudança na atuação do árbitro de campo.
A cobrança de Arrascaeta gerou debate entre torcedores e analistas, que discutem aspectos de contato e interpretação de prioridade de chute. A vitória parcial do São Paulo, por 2 a 1, foi mantida ao fim do lance e na sequência da partida.
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