- O Corinthians garantiu participação no Mundial de Clubes feminino da FIFA ao vencer a Copa Libertadores da América feminina no ano passado.
- O torneio reúne os vencedores de cada confederação: Gotham FC (CONCACAF), Arsenal (UEFA) e ASFAR (CAF).
- Três comentaristas da ESPN analisam que o Corinthians pode enfrentar o Gotham na semifinal e, se avançar, Arsenal ou ASFAR na final.
- Os especialistas veem o Corinthians como referência mundial em futebol feminino, mas não como favorito diante de Gotham e Arsenal.
- Caso conquiste o título, o Corinthians ampliaria seu papel como referência global do futebol feminino, com ritmo de jogo próximo entre as equipes na semifinal.
O Corinthians tem a chance de enfrentar Gotham FC e Arsenal no Mundial feminino de clubes, competição ineditada organizada pela Fifa. A vaga veio após a conquista da Libertadores de 2024, vencida pela equipe brasileira.
O torneio reúne os vencedores de cada confederação, com Gotham FC campeão da Concacaf, Arsenal da última Champions League feminina e ASFAR de Marrocos como adversários potenciais na fase final.
Três comentaristas da ESPN analisam as possibilidades do Timão na semifinal contra Gotham e, caso passe, diante do Arsenal ou ASFAR na decisão.
Mari Pereira enfatiza que o Corinthians elevou o patamar do futebol feminino brasileiro ao disputar o Mundial, fruto de um projeto sólido e de títulos consecutivos. Ela aponta o desafio de medir tática, campo e bola contra campeãs internacionais.
Para ela, jogando em formato de mata-mata, o Corinthians tem condições de vencer equipes dos EUA e da Inglaterra. Mesmo assim, reconhece o equilíbrio técnico entre as equipes, destacando a importância do desempenho nos 90 minutos.
André Donke ressalta que o Corinthians deve ser visto como referência global, pelo histórico de sucesso nacional e pela participação de jogadoras brasileiras em premiações individuais. Ele cita a atuação de Gabi Portilho em 2024.
Ainda segundo Donke, o clube não é favorito absoluto, já que Gotham e Arsenal disputam ligas de alto nível. A classificação seria possível, e o título, embora improvável, não seria considerado surpresa diante de um projeto sólido.
Caê Vasconcelos afirma que o Corinthians é a maior referência da América Latina no feminino, construção iniciada em 2016 com a parceria com o Audax. Ele cita identidade, investimento e recordes do clube como fundamentos do sucesso.
Ele destaca que o elenco reúne estrelas históricas e reforços, mantendo atuação competitiva mesmo em fases de calendário atípicas. Segundo ele, o time está preparado para jogos curtos e duros no Mundial.
Casos de ritmo de jogo também aparecem na avaliação: Gotham não atua desde novembro, as Brabas jogaram em dezembro, o que pode reduzir diferença de tempo de competição. Arsenal, porém, vem de título recente na Champions.
Caê encerra destacando que, se vencer o título, não seria surpresa: o esforço de anos pode colher os frutos de uma década de planejamento, com nomes marcantes como Zanotti, Vic Albuquerque e Tamires.
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