- Ponte Preta, campeã atual da Série C, vive crise financeira com salários atrasados que chegam a sete meses e contas bloqueadas; no dia 24 houve liberação de um valor para quitar um mês de remuneração de alguns jogadores.
- O técnico Marcelo Fernandes apoio a greve dos atletas, dizendo que o ambiente de trabalho ficou difícil e que é preciso equacionar pendências com jogadores e comissão técnica.
- A pré-temporada foi afetada por cinco saídas no elenco: Kevyn, Léo Oliveira e Luiz Felipe rescindiram; Gabriel Inocêncio e Wallace chegaram para 2026, mas deixaram o clube em seguida devido à situação financeira.
- Fernandes afirmou que há temor de perder mais peças caso os problemas sigam sem solução, com clubes já indicando interesse por jogadores da equipe.
- A estreia no Paulistão acontece em onze de janeiro, contra o Corinthians, na Neo Química Arena.
A Ponte Preta vive um momento de indefinição financeira e esportiva, com salários atrasados e dívidas que levaram a contas bloqueadas. Na última semana, houve greve do elenco pelos pagamentos em atraso, que chegam a sete meses em alguns casos. No dia 24, foi liberado um pequeno valor para pagar um mês de salário de parte dos jogadores.
O técnico Marcelo Fernandes reconheceu a pressão causada pela crise, destacando que a pré-temporada vinha sendo intensiva, porém prejudicada pela falta de condições. Ele afirmou que o ambiente de trabalho não estava adequado e que o clube precisa solucionar pendências com jogadores e membros da comissão técnica para manter a organização.
Diante da crise, o elenco já sentiu o impacto com cinco saídas durante a pré-temporada. Kevyn, Léo Oliveira e Luiz Felipe rescindiram contratos; Gabriel Inocêncio e Wallace deixaram o clube dias depois de iniciais negociações para 2026, em razão das dificuldades financeiras que continuam.
Fernandes ressaltou a preocupação com novas perdas, apontando que clubes vizinhos já demonstraram interesse por jogadores da Ponte Preta. Ele afirmou que a equipe possui talentos que atraem propostas, e que o clube precisa encontrar soluções rápidas para não comprometer a temporada.
A estreia da Ponte Preta no Paulistão está marcada para 11 de janeiro, contra o Corinthians, na Neo Química Arena. A diretoria ainda busca caminhos para estabilizar a folha de pagamentos e manter o planejamento esportivo, mesmo diante das dificuldades.
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