- Artur Jorge, atual treinador do Al-Rayyan, disse sentir saudade do Brasil e da alta competitividade do futebol brasileiro, em entrevista ao ge publicada em oito de dezembro.
- No Flamengo, o português é um dos nomes avaliados caso não haja acordo para renovar com Filipe Luís; outros cotados são Leonardo Jardim e Thiago Motta.
- O contrato de Artur Jorge com o Al-Rayyan vai até junho de 2027, com multa rescisória estimada em cerca de US$ six milhões.
- No mercado brasileiro, o treinador já pediu dois brasileiros conhecidos: Gregore e Wesley, além de confirmar o limite de dez estrangeiros na lista do clube.
- Artur Jorge mantém o sonho de treinar uma seleção no futuro e acompanha o futebol brasileiro com frequência, inclusive o Flamengo na Copa Intercontinental.
Artur Jorge, técnico do Al-Rayyan, mantém-se adaptado ao Catar, mas confessa sentir saudades do Brasil e do futebol brasileiro. Campeão brasileiro e da Libertadores pelo Botafogo em 2024, ele vive a segunda temporada no clube catarense.
Em entrevista ao ge, em 8 de dezembro, o treinador destacou a paixão dos torcedores brasileiros e a alta competitividade do Brasil, observando que as condições e estruturas no Catar são boas, porém a intensidade da competição no Brasil é maior.
Entre as possibilidades no Flamengo, Artur Jorge se mostra interessado no desempenho de Filipe Luís, caso não haja renovação com o brasileiro. O técnico português também elogiou o trabalho do atleta durante a passagem do Flamengo pela Copa Intercontinental, no Catar.
Mercado brasileiro e reforços
O Al-Rayyan trabalha com limites de estrangeiros, o que influencia contratações. Além de Artur Jorge, nomes como Gregore e Wesley foram citados como prioridades por conhecerem bem o técnico e terem bom desempenho no Brasil.
No elenco atual aparecem Gabriel Pereira e Róger Guedes, ex-Corinthians, como opções de ataque. O treinador afirmou que a busca por jogadores brasileiros no passado foi motivada pelo conhecimento de perfil técnico e humano.
Planos e visão de futuro
Artur Jorge mencionou o desejo de treinar uma seleção no futuro, mantendo a adrenalina diária de treinar e competir. Ele quer ampliar a experiência e trabalhar com atletas com forte mentalidade profissional.
O treinador reforçou que o Catar tem mostrado como aproveitar o futebol para alcance mundial, citando a proximidade entre sucesso esportivo e projeção internacional do país.
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