- Copa do Brasil teve formato eliminado, com 92 times; final entre Vasco e Corinthians, com Dorival Júnior destacado pela condução da competição.
- Média de gols por partida foi 0,8, e o xG médio foi de 1,1 por jogo.
- Foram criadas 4,1 chances por partida, com 10 finalizações por jogo e 3,8 no alvo.
- Dribles no último terço tiveram acerto de 49%, com PPDA médio de 5,5.
- Remo teve melhor pressão defensiva (80%), seguido pelo Palmeiras (69%); Internacional apresentou 2,9 xG por jogo e Fluminense marcou em média 2,2 gols por partida.
A Copa do Brasil manteve o formato eliminatório, com 92 clubes participantes. O Corinthians sagrou-se campeão diante do Vasco, em uma final que consolidou Dorival Júnior como comandante capaz de competir com esse formato.
A competição teve fases de confronto único em muitas rondas, até os duelo entre equipes grandes. Entre os destaques, 80 times começaram em partidas únicas, com 12 classificados para a terceira fase e depois avançando até a decisão. A arena de jogo, o ritmo e o fator mata-mata influenciaram o elenco e as táticas.
Dados da Copa do Brasil
A média de gols por jogo ficou em 0,8, enquanto o xG médio foi 1,1 por partida. Houve 4,1 chances criadas por duelo, com 10 finalizações por jogo, 3,8 no alvo. O índice de dribles bem-sucedidos no último terço foi de 49%, indicativo de ataques relativamente eficientes perto do gol.
O PPDA, indicador de pressão defensiva, ficou em 5,5. Remo liderou a pressão defensiva com 80% de eficácia, seguido pelo Palmeiras com 69%. Internacional teve a melhor média de xG por partida (2,9), enquanto o Fluminense ganhou mais gols marcados (2,2 por jogo).
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