- Na noite de terça-feira, dia 16, houve bate-boca entre a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, e o conselheiro José Corona Netto durante reunião do Conselho Deliberativo para aprovar o orçamento de 2026.
- Leila pediu abertura de sindicância para levar Corona Netto ao Conselho de Ética do clube, buscando a suspensão do conselheiro.
- Corona Netto pretende abrir uma interpelação judicial contra a presidente, exigindo desculpas públicas.
- Durante o debate, Leila Pereira chamou Corona Netto de “covarde” e “fracassado”; o conselheiro afirma que será punido internamente caso as falas não sejam reparadas.
- Corona Netto atua como conselheiro há pouco mais de 20 anos e é sócio do clube desde 1986; seu pai, Sergio Corona, foi diretor de futebol na década de 1970.
Na noite da última terça-feira, 16, o ambiente no Conselho Deliberativo do Palmeiras ficou tenso durante a avaliação do orçamento do clube para 2026. Em meio às pautas da reunião, a presidente Leila Pereira e o conselheiro José Corona Netto protagonizaram um bate-boca que gerou destaque nos bastidores.
Segundo apuração, Leila solicitou a abertura de uma sindicância para encaminhar Corona Netto ao Conselho de Ética do Palmeiras, com objetivo de obter a suspensão do conselheiro. A deputada administrativa entende terem ocorrido ofensas à sua gestão durante o encontro. Em resposta, Corona Netto planeja uma interpelação judicial para exigir desculpas públicas.
Conselheiro há pouco mais de 20 anos no Palmeiras, Corona Netto é sócio do clube desde 1986. Seu histórico familiar no clube também é ligado ao futebol, já que seu pai, Sergio Corona, foi diretor de futebol entre 1972 e 1973, durante a chamada Segunda Academia do Verdão.
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