- O Flamengo venceu uma disputa na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) contra o Internacional.
- O Internacional deve pagar R$ 9,3 milhões ao Flamengo pela compra de Thiago Maia, além de R$ 500 mil em honorários advocatícios e custas processuais.
- O Internacional processou o Atlético-MG por valores devidos na venda de Patrick, alegando não ter recebido a quantia correspondente à sua participação.
- O clube gaúcho também cobra R$ 12,6 milhões do Vasco pela venda de David, que não teve o pagamento realizado na data prevista.
- Essas disputas financeiras refletem a complexidade das transações no futebol brasileiro.
O Flamengo obteve uma vitória na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) da CBF, condenando o Internacional a pagar R$ 9,3 milhões pela compra de Thiago Maia. A decisão foi tomada após o clube carioca ingressar com a ação, cobrando valores devidos pelo não cumprimento do contrato. Além da quantia principal, o Inter também terá que arcar com R$ 500 mil em honorários advocatícios e custas processuais.
Enquanto isso, o Internacional não ficou parado. O clube gaúcho processou o Atlético-MG, alegando que não recebeu o valor correspondente à sua participação na venda de Patrick, que foi negociado pelo São Paulo. O Inter detinha 35% dos direitos econômicos do jogador e, segundo informações, o Atlético pagou R$ 8 milhões por 80% dos direitos do atleta.
Cobranças em Cadeia
A situação se complica ainda mais para o Internacional, que também cobra R$ 12,6 milhões do Vasco por David. O atacante foi contratado por empréstimo, com uma cláusula de compra obrigatória que foi ativada após o cumprimento de metas. O pagamento, que deveria ter sido realizado em setembro, ainda não foi quitado, e o clube gaúcho aguarda a regularização da dívida.
Esses imbróglios financeiros entre os clubes brasileiros refletem um cenário conturbado no futebol nacional, onde as transações de jogadores frequentemente resultam em disputas judiciais. O Flamengo, ao buscar seus direitos, e o Internacional, ao acionar o Atlético-MG e o Vasco, mostram que as relações comerciais no esporte estão longe de serem simples.
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