A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está modernizando a arbitragem e planeja formalizar contratos com árbitros a partir de 2026, seguindo um projeto de lei do senador Romário. Esse projeto, que já foi aprovado na Comissão de Esportes, sugere um contrato especial para árbitros, com salário, décimo terceiro, férias e proteção previdenciária. A CBF vai começar com contratos temporários e, até outubro, divulgará um ranking de árbitros baseado em avaliações de observadores e analistas de vídeo. Atualmente, mais de 700 árbitros trabalham como autônomos, sem as garantias de um contrato formal. O projeto ainda precisa ser analisado na Comissão de Assuntos Sociais antes de ir para votação no Senado.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) iniciou um processo de modernização da arbitragem, com a intenção de formalizar vínculos profissionais com árbitros a partir de 2026. Essa iniciativa está alinhada a um projeto de lei apresentado pelo senador Romário, que visa regulamentar a profissão no Brasil.
O projeto, que já recebeu aprovação na Comissão de Esportes, propõe a criação de um contrato especial de trabalho para árbitros, incluindo salário mensal, décimo terceiro, férias e proteção previdenciária. A CBF está desenvolvendo um modelo de contratação que se inspira nas diretrizes do relatório de Romário, elaborado com a colaboração de árbitros, ex-árbitros e dirigentes.
Vínculos Profissionais e Avaliações
A CBF planeja iniciar os vínculos profissionais com contratos temporários na primeira fase do projeto. Além disso, a entidade pretende divulgar, até outubro, um ranking de árbitros que será baseado em três critérios: notas de observadores de campo, analistas de vídeo e analistas de VAR. Essa medida visa garantir maior transparência e qualidade na arbitragem.
Atualmente, mais de 700 árbitros e assistentes atuam como autônomos no Brasil, sem as garantias básicas que um contrato formal poderia proporcionar. O projeto de lei ainda aguarda análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e, se aprovado, seguirá para votação no plenário do Senado. A expectativa é que essas mudanças tragam um novo patamar para a arbitragem no futebol brasileiro.
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