O Mundial de Clubes FIFA 2025 está acontecendo nos Estados Unidos, com grandes clubes da Europa e da América do Sul competindo. No Brasil, muitos clubes estão se transformando em Sociedades Anônimas do Futebol, o que está atraindo investidores. Clubes como Botafogo, Cruzeiro e Vasco já conseguiram investimentos significativos. O ex-jogador Ronaldo Fenômeno quer comprar a SAF do Corinthians para ajudar o clube a sair da crise financeira. O presidente da B3, Gilson Finkelsztain, acredita que o mercado de capitais pode trazer mais profissionalismo e boa gestão para os clubes. As SAFs, criadas pela Lei nº 14.193/2021, permitem que os clubes se tornem empresas com fins lucrativos, separando as atividades do futebol das sociais. O Botafogo, por exemplo, se tornou SAF em março de 2022 e recebeu quase R$ 1 bilhão em investimentos, aumentando seu valor de mercado em 210%. Embora nenhum clube brasileiro tenha feito uma oferta pública inicial na B3, a estrutura das SAFs pode facilitar a captação de recursos no futuro. O interesse da B3 no futebol está crescendo, e Finkelsztain mencionou que há oportunidades além de ações, como dívidas e emissões de renda fixa, enquanto o mercado brasileiro se prepara para um futuro promissor.
O Mundial de Clubes FIFA 2025 está em andamento nos Estados Unidos, reunindo grandes clubes europeus e sul-americanos. Este evento não apenas movimenta os gramados, mas também levanta questões sobre o investimento financeiro em times de futebol. Com a transformação de clubes brasileiros em Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), o cenário se torna promissor.
Clubes como Botafogo, Cruzeiro e Vasco já atraem investidores significativos. O ex-jogador Ronaldo Fenômeno manifestou interesse em adquirir a SAF do Corinthians, considerando essa a única alternativa viável para superar a crise financeira do clube. O presidente da B3, Gilson Finkelsztain, destacou o potencial do mercado de capitais no futebol, afirmando que pode trazer profissionalismo e governança.
As SAFs, criadas pela Lei nº 14.193/2021, permitem que clubes tradicionais se tornem empresas com fins lucrativos. Essa estrutura separa as atividades do futebol profissional das demais atividades sociais, promovendo transparência e responsabilidade na gestão. Os investidores que compram ações se tornam sócios, participando dos lucros e perdas do negócio.
Crescimento do Modelo SAF
O Botafogo é um exemplo de sucesso nesse modelo, tendo se tornado SAF em março de 2022. Com a aquisição de 90% das ações pelo empresário John Textor, o clube recebeu investimentos próximos de R$ 1 bilhão em três anos, resultando em um crescimento de 210% em seu valuation. Avaliado em R$ 1,85 bilhão, o Botafogo conquistou a Copa Libertadores, garantindo sua participação no Mundial.
Apesar de nenhum clube brasileiro ter realizado uma oferta pública inicial (IPO) na B3, a estrutura das SAFs abre caminho para futuras captações de recursos. A falta de governança corporativa e o elevado endividamento são obstáculos que ainda precisam ser superados. Clubes como Borussia Dortmund e Juventus já operam como empresas de capital aberto, mostrando que o modelo é viável.
O Futuro dos Investimentos no Futebol
O interesse da B3 no setor futebolístico é crescente. Finkelsztain mencionou que o mercado de capitais pode ajudar a profissionalizar a gestão dos clubes. As oportunidades vão além das ações, incluindo dívidas e emissões de renda fixa. Para investidores, as opções atuais incluem ações de clubes internacionais e fundos especializados em esportes, enquanto o mercado brasileiro se prepara para um futuro promissor.
Entre na conversa da comunidade