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São Paulo renova contrato de Alves e deve vender meia com 5% dos direitos

São Paulo reduz participação de Matheus Alves em 5% e prevê perda de R$ 2 milhões em venda ao CSKA, que deve ocorrer em breve.

Matheus Alves, jogador do São Paulo, durante jogo contra o Santos no Brasileirão (Foto: Marcello Zambrana/AGIF)
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O São Paulo Futebol Clube renovou o contrato do meia Matheus Alves até 2028 e cedeu 5% dos direitos econômicos do jogador, que agora possui 15%. Antes, o clube tinha 90% dos direitos, mas esse percentual foi reduzido para 85% durante a negociação. Essa mudança vai resultar em uma perda de R$ 2 milhões na venda do jogador para o CSKA da Rússia, que está prevista em 6 milhões de euros, ou cerca de R$ 38 milhões. Com a nova divisão, o São Paulo deve receber R$ 32,3 milhões em vez de R$ 34,3 milhões. A diretoria considera a negociação com o CSKA como certa, mas ainda discute detalhes sobre um valor adicional que pode ser recebido caso Matheus Alves seja vendido novamente no futuro. O clube deve ficar com 25% desse valor adicional.

O São Paulo Futebol Clube anunciou a renovação do contrato do meia Matheus Alves até 2028, após ceder 5% dos direitos econômicos do jogador, que agora possui 15%. Anteriormente, o clube detinha 90% dos direitos, mas esse percentual foi reduzido para 85% durante a negociação.

A mudança no percentual resultará em uma perda financeira significativa para o Tricolor. A venda de Matheus Alves ao CSKA da Rússia está prevista em 6 milhões de euros (aproximadamente R$ 38 milhões), mas com a nova divisão, o clube deve receber cerca de R$ 2 milhões a menos. Com a alteração, o São Paulo ficará com R$ 32,3 milhões, ao invés de R$ 34,3 milhões que receberia se mantivesse os 90%.

A decisão de ceder parte dos direitos econômicos é comum em renovações de contrato, especialmente após a promoção de um jogador ao time profissional. O clube já aceitou os termos da negociação com o CSKA, mas ainda discute a mais-valia, que é o valor adicional que o clube receberá caso o jogador seja vendido novamente no futuro. O São Paulo deve ficar com 25% desse valor.

Internamente, a diretoria considera a negociação com o CSKA como certa, mas aguarda a finalização dos trâmites. O documento do balanço de 2024 já indicava que o clube possuía 80% dos direitos de outros jogadores, como Ryan Francisco e Lucas Ferreira.

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