Matheus Sávio foi escolhido o melhor meia da J.League em 2024 e agora joga pelo Urawa Reds, que vai enfrentar a Inter de Milão no Mundial de Clubes após perder para o River Plate. O futebol brasileiro tem uma longa história no Japão, com ídolos como Zico e Dunga que ajudaram a popularizar o esporte. Zico, em especial, teve um papel importante na liga japonesa. Hoje, mais de 55% dos jogadores estrangeiros na J.League são brasileiros. O ex-jogador Washington, que atuou pelo Urawa, elogiou a torcida japonesa, que sempre apoia os jogadores, mesmo nas derrotas. O Urawa Reds, que tem uma das maiores torcidas do Japão, espera surpreender no Mundial. Sávio acredita que a equipe pode ter chances se seguir seu estilo de jogo, enquanto o jornalista Matheus Paes observa que o time é reativo, mas pode ser rápido nos contra-ataques. O Japão quer ter uma liga competitiva até 2050, mas agora o foco é mostrar sua força no cenário mundial, com a torcida do Urawa se destacando por sua paixão pelo futebol.
Matheus Sávio, ex-jogador do Kashiwa Reysol, foi eleito o melhor meia da J.League em 2024 e agora defende o Urawa Reds, que enfrenta a Inter de Milão no Mundial de Clubes. A equipe japonesa busca se recuperar após uma derrota para o River Plate na estreia do torneio.
A conexão entre o futebol brasileiro e o japonês é histórica, com ídolos como Zico e Dunga que ajudaram a popularizar o esporte no Japão. Zico, conhecido como o “Deus” do futebol nipônico, teve um papel fundamental na estruturação da liga durante sua passagem como jogador e treinador. Outros grandes nomes, como Hulk e Leonardo, também contribuíram para essa relação.
Atualmente, os brasileiros representam mais de 55% dos jogadores estrangeiros na J.League. O ex-atacante Washington, que atuou pelo Urawa, destacou a recepção calorosa dos torcedores japoneses. Ele lembrou que, mesmo em derrotas, a torcida aplaudia os jogadores, evidenciando a diferença cultural na forma de torcer.
O Urawa Reds, com uma das maiores torcidas do Japão, busca surpreender no Mundial. Sávio acredita que, apesar da força da Inter de Milão, a equipe pode ter uma chance se seguir seu modelo de jogo. O jornalista Matheus Paes ressalta que o Urawa é reativo, mas pode surpreender com contra-ataques rápidos.
O Japão tem como meta criar uma liga competitiva até 2050, mas, neste momento, o foco é mostrar sua força no cenário mundial. A torcida do Urawa, que se destacou ao “inundar” o Lumen Field de vermelho, é um símbolo dessa paixão pelo futebol.
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