A Copa do Mundo de Clubes começou nos Estados Unidos, com grandes times como Real Madrid e PSG. O Auckland City, um time amador da Nova Zelândia, vai estrear contra o Bayern de Munique. Os jogadores, que têm outras profissões e estudam, estão muito animados. Angus Kilkolly, um atacante de 29 anos, disse que é um sonho jogar contra clubes famosos. O Auckland City já ganhou a Liga dos Campeões da Oceania 13 vezes e participa do Mundial desde 2006. Este ano, o torneio tem 32 clubes, e o time enfrenta dificuldades financeiras para estar presente, já que muitos jogadores não têm férias pagas. Além de jogar, o clube também ajuda a promover a saúde em escolas locais e arrecada dinheiro para construir um campo de futebol. Kilkolly espera que a equipe jogue com dignidade e sem arrependimentos.
Iniciou neste sábado a Copa do Mundo de Clubes nos Estados Unidos, reunindo grandes equipes como Real Madrid, Paris Saint-Germain, River Plate, Boca Juniors e Flamengo. O torneio também conta com a participação do Auckland City, um time amador da Nova Zelândia, que estreia neste domingo contra o Bayern de Munique em Cincinnati, Ohio.
Os jogadores do Auckland City, que são estudantes e profissionais de diversas áreas, expressam grande empolgação. O atacante Angus Kilkolly, de 29 anos, afirmou que jogar contra clubes renomados é um sonho. “Estar no mesmo campo que eles é um pouco louco”, disse ele, que também trabalha em vendas e treina de três a quatro vezes por semana.
O Auckland City, campeão da Liga dos Campeões da Oceania por 13 vezes, participa regularmente do Mundial de Clubes desde 2006. Em 2014, alcançou o terceiro lugar. Este ano, a competição conta com 32 clubes, e o Auckland enfrenta desafios financeiros significativos para estar presente. Kilkolly mencionou que a viagem aos Estados Unidos representa um sacrifício, pois muitos jogadores não têm férias remuneradas.
Desafios e Expectativas
O time, que já conquistou 10 títulos nacionais e 13 da OFC Champions League, busca deixar uma boa impressão no torneio. Os jogadores, que não recebem salários, dependem de bolsas para cobrir despesas. Kilkolly, por exemplo, recebe cerca de 150 dólares neozelandeses por semana, o que ajuda a pagar sua mensalidade na academia.
Além de competir, o Auckland City desempenha um papel social importante, promovendo estilos de vida saudáveis em escolas locais. O clube arrecada fundos para construir um campo de futebol em Mount Roskill, beneficiando crianças de uma região multicultural. Kilkolly acredita que a participação no torneio pode inspirar jovens a sonhar com o futebol.
O confronto contra o Bayern de Munique é uma oportunidade única para o Auckland City. Kilkolly espera que a equipe saia de campo com dignidade, sem arrependimentos. “Se fizermos o nosso melhor, isso será positivo”, concluiu.
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