Ednaldo Rodrigues, que está afastado da presidência da CBF, pediu para ser incluído em um processo no STF, dizendo que seu afastamento pode atrapalhar a convocação de jogadores para as Eliminatórias da Copa do Mundo. A CBF também entrou com um recurso no STF contra essa decisão. O pedido de Ednaldo vem após o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinar seu afastamento por suspeitas de fraude em um acordo que o manteve no cargo. Ele quer ser parte de uma ação que discute se o Ministério Público pode fazer acordos com entidades esportivas. Ednaldo ressaltou que a CBF está perto do prazo final para inscrever os jogadores para o próximo jogo das Eliminatórias, que será em 5 de junho, e que qualquer problema com a convocação pode afetar a participação da seleção em competições internacionais.
Ednaldo Rodrigues, presidente afastado da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), solicitou nesta sexta-feira sua inclusão em um processo no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele argumenta que seu afastamento pode comprometer a convocação de jogadores para as Eliminatórias da Copa do Mundo. A CBF também recorreu ao STF contra sua destituição.
O pedido de Ednaldo ocorre após o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) determinar seu afastamento por suspeitas de fraude em um acordo que permitiu sua permanência no cargo. O relator do caso é o ministro Gilmar Mendes, que ainda não se manifestou sobre os pedidos.
Ednaldo busca ser incluído como terceiro interessado em uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) que discute a legitimidade do Ministério Público em firmar Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) com entidades esportivas. Esse mesmo fundamento foi utilizado para seu retorno ao cargo em janeiro de 2024, após um afastamento anterior.
O presidente afastado destaca que a CBF está a “poucos dias do encerramento do prazo legal” para a inscrição dos jogadores que participarão do próximo jogo das Eliminatórias, marcado para 5 de junho. Ele alerta que qualquer questionamento sobre a legitimidade da convocação pode resultar na rejeição do ato administrativo, impactando a participação da seleção em compromissos internacionais.
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