Bruno Henrique, jogador do Flamengo, e seu irmão Wander foram indiciados pela Polícia Federal por suspeita de manipulação de apostas em cartões amarelos durante uma partida do Brasileirão. O Ministério Público do Distrito Federal está analisando as provas para decidir se vai apresentar uma denúncia. A defesa de outros apostadores, que não são parentes de Bruno, afirma que não há evidências que liguem as apostas a informações privilegiadas sobre o cartão amarelo do jogador. A investigação sugere que Wander passou informações a Claudinei Mosquete Bassan, um dos indiciados, e mensagens entre eles mostram preocupação com a demora do árbitro em aplicar o cartão. A PF encontrou apostas suspeitas feitas por Claudinei, Henrique e Rafaela, além de outras de Andryl Nascimento dos Reis. As defesas alegam que as apostas foram feitas com base na expectativa de que Bruno Henrique receberia um cartão, pois ele já estava pendurado. O MPDFT deve decidir em breve se apresenta uma denúncia ou pede mais investigações. O relatório da PF será enviado ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva, que pode suspender ou eliminar Bruno Henrique do futebol. A defesa do jogador diz que ele não está envolvido em esquemas de apostas e que as mensagens foram mal interpretadas. O Flamengo também se manifestou, afirmando que não foi notificado oficialmente sobre as investigações e defendendo a presunção de inocência.
Bruno Henrique, jogador do Flamengo, e seu irmão Wander foram indiciados pela Polícia Federal por suspeita de manipulação de apostas em cartões amarelos durante uma partida do Brasileirão. O Ministério Público do Distrito Federal analisa provas para decidir sobre uma possível denúncia.
A defesa do segundo grupo de apostadores, que não inclui os parentes de Bruno, argumenta que a PF não apresentou evidências que conectem as apostas a informações privilegiadas sobre o cartão amarelo do jogador. A linha de investigação sugere que Wander teria repassado informações a Claudinei Mosquete Bassan, um dos indiciados. Conversas entre eles revelam ansiedade sobre a aplicação do cartão durante o jogo Flamengo x Santos.
A PF encontrou cinco apostas suspeitas feitas por Claudinei, Henrique e Rafaela, além de outras três de Andryl Nascimento dos Reis. As defesas alegam que não há provas concretas de manipulação e que as apostas foram feitas com base na expectativa de que Bruno Henrique receberia um cartão, já que estava pendurado.
Mensagens trocadas entre Wander e amigos durante a partida mostram insatisfação com a demora do árbitro em aplicar o cartão. O MPDFT afirmou que, nos próximos dias, decidirá se apresenta uma denúncia ou solicita novas investigações. O relatório da PF será encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que pode suspender ou até eliminar Bruno Henrique do futebol profissional.
A defesa do jogador declarou que ele nunca esteve envolvido em esquemas de apostas e que as mensagens foram mal interpretadas. O Flamengo também se manifestou, ressaltando que não foi notificado oficialmente sobre as investigações e defendendo a presunção de inocência.
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