Pedro Caixinha continua como técnico do Santos para o próximo jogo contra o Atlético-MG, apesar da pressão após a derrota por 1 a 0 para o Fluminense, que deixou o time com apenas um ponto em três rodadas do Campeonato Brasileiro. A diretoria está insatisfeita, mas decidiu não trocar o treinador a tempo do próximo confronto e prefere evitar um interino. Enquanto isso, estão avaliando possíveis substitutos, como Dorival Júnior, Jorge Sampaoli, Luis Castro e Tite. Caixinha fez mudanças polêmicas na escalação, deixando de fora jogadores da base, o que gerou críticas. O CEO do Santos acredita que ele pode trazer um estilo ofensivo, mas o presidente observa que a pressão por uma troca está aumentando.
O técnico do Santos, Pedro Caixinha, permanece no comando da equipe para o próximo jogo contra o Atlético-MG, na quarta-feira, na Vila Belmiro. A decisão da diretoria ocorre em meio à pressão após a derrota por 1 a 0 para o Fluminense, que deixou o time com apenas um ponto em três rodadas do Campeonato Brasileiro.
Apesar da insatisfação da diretoria, que considera a situação crítica, a mudança de treinador não será feita a tempo do confronto. A diretoria prefere evitar um interino na função e, enquanto isso, avalia possíveis substitutos, como Dorival Júnior, Jorge Sampaoli, Luis Castro e Tite.
Caixinha implementou mudanças polêmicas na escalação, deixando de fora jogadores da base, como JP Chermont e Gabriel Bontempo, o que gerou críticas. A equipe não conseguiu se impor durante a partida no Maracanã, onde o gol do Fluminense foi marcado no último minuto, segundo a análise do treinador, que considerou a derrota merecida.
O CEO do Santos, Pedro Martins, acredita que Caixinha pode ainda trazer um estilo ofensivo ao time. No entanto, o presidente Marcelo Teixeira observa o aumento da pressão por uma troca no comando, refletindo a insatisfação da torcida e a necessidade de resultados imediatos.
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