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Conmebol suspende público em jogos do Colo-Colo após tragédia que deixou dois mortos

Conmebol investiga tragédia em Santiago que resultou na morte de dois adolescentes e suspende público nos jogos do Colo-Colo. Segurança em crise.

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Após a morte de dois adolescentes em Santiago antes do jogo entre Colo-Colo e Fortaleza, a Conmebol decidiu abrir um processo disciplinar contra o clube chileno e suspendeu a presença de público nos jogos do Colo-Colo. As investigações estão focadas na responsabilidade da polícia e no uso de gás lacrimogêneo durante os tumultos. O governo cancelou o “superclássico” entre Colo-Colo e Universidad de Chile, pois as medidas de segurança não eram suficientes. A partida entre Colo-Colo e Fortaleza começou normalmente, mas foi interrompida quando torcedores invadiram o campo. O árbitro suspendeu o jogo e os jogadores foram levados aos vestiários. O presidente do Fortaleza pediu punições ao clube chileno e garantiu a segurança dos atletas. A Promotoria chilena investiga as causas das mortes e afastou o motorista do veículo que lançou gás lacrimogêneo. O Ministro da Segurança Pública anunciou a renúncia da responsável pelo programa de segurança nos estádios e afirmou que o governo pode classificar torcidas organizadas como “organizações criminosas”.

Diante do caos em Santiago, que resultou na morte de dois adolescentes antes da partida entre Colo-Colo e Fortaleza, a Conmebol anunciou a abertura de um processo disciplinar contra o clube chileno. A entidade suspendeu, por tempo indeterminado, a presença de público nos jogos do Colo-Colo no Estádio Monumental.

As investigações apuram a responsabilidade da polícia e o uso de gás lacrimogêneo durante os tumultos. O governo chileno cancelou o “superclássico” entre Colo-Colo e Universidad de Chile, inicialmente agendado para domingo, após avaliar que as medidas de segurança não eram suficientes. A confusão começou quando um grupo tentou invadir o estádio, levando a polícia a intervir.

A partida entre Colo-Colo e Fortaleza começou sem atrasos, mas foi interrompida quando torcedores invadiram o campo. O árbitro Gustavo Tejera suspendeu o jogo, e os jogadores foram levados aos vestiários. O presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, pediu punições ao clube chileno e tranquilizou os torcedores sobre a segurança dos atletas.

A Promotoria chilena investiga as causas das mortes, e o motorista do veículo que lançou gás lacrimogêneo foi afastado do cargo. O Ministro da Segurança Pública, Luis Cordero, anunciou a renúncia de Pamela Vernega, responsável pelo programa Estádio Seguro, e afirmou que o governo não hesitará em classificar torcidas organizadas como “organizações criminosas”.

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