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Paulo Autuori critica calendário do futebol brasileiro e reflete sobre novos desafios profissionais

Paulo Autuori, em entrevista ao videocast "Toca e Passa", revela sua decisão de não voltar a treinar no Brasil e critica a CBF. Ele expressa preocupação com o futuro do futebol nacional e comenta sobre o retorno de Neymar, destacando a importância do foco do jogador.

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Paulo Autuori, um treinador com 50 anos de experiência, disse em uma entrevista que não pretende voltar a ser treinador no Brasil. Ele criticou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) por não dar atenção ao desenvolvimento do futebol, focando apenas na seleção principal e em patrocínios. Autuori mencionou que tem recebido propostas de trabalho fora do Brasil, mas prefere se dedicar ao trabalho técnico com comissões de diferentes categorias.

Ele expressou preocupação com o futuro do futebol brasileiro e comentou sobre o aumento de treinadores estrangeiros, afirmando que a qualidade deve ser o principal critério. Autuori elogiou clubes como Flamengo, Internacional e Bahia, que estão jogando bem, e acredita que a oscilação no desempenho é normal. Ele também disse que treinadores como Filipe Luís, Rogério Ceni e Roger Machado são capazes de assumir a seleção. Sobre Neymar, Autuori reconheceu seu talento, mas alertou que o jogador precisa focar mais no futebol para ajudar a seleção.

Paulo Autuori, treinador e diretor de futebol com uma carreira de cinco décadas, afirmou em entrevista ao videocast “Toca e Passa” que não pretende retornar ao cargo de treinador no Brasil. Ele criticou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), destacando a falta de tempo para treinos devido ao calendário atual, que considera insatisfatório. Autuori mencionou que tem recebido propostas internacionais, mas sua prioridade é o trabalho técnico com comissões de diferentes categorias.

O treinador expressou preocupação com o futuro do futebol brasileiro, afirmando que a CBF não atua como uma entidade desportiva, mas sim como uma organização política. Ele questionou a reeleição de Ednaldo Rodrigues e a influência das federações, que, segundo ele, são dependentes da CBF. Autuori também comentou sobre o aumento de treinadores estrangeiros no Brasil, ressaltando que a qualidade dos profissionais deve ser o critério principal, e não modismos.

Em relação ao cenário atual, Autuori elogiou o desempenho de clubes como Flamengo, Internacional e Bahia, que, segundo ele, têm apresentado um futebol interessante. Ele acredita que a oscilação é natural no esporte e que todos, incluindo torcedores, devem entender isso. O treinador também considerou que nomes como Filipe Luís, Rogério Ceni e Roger Machado são capacitados para assumir a seleção brasileira, embora a tendência atual seja a contratação de um técnico estrangeiro.

Sobre o retorno de Neymar, Autuori reconheceu seu talento, mas alertou que o foco do jogador parece estar desviado. Ele enfatizou que a interação entre técnica, tática e aspectos mentais é crucial no futebol contemporâneo. Para Autuori, Neymar pode contribuir significativamente para a seleção, desde que mantenha a prioridade no esporte.

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