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Bruno Lage processa John Textor por promessa de trabalho não cumprida no futebol europeu

Bruno Lage processa John Textor por promessa de trabalho não cumprida, reivindicando £ 6 milhões após saída do Botafogo. A disputa ocorre na Inglaterra.

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John Textor, dono da SAF Botafogo, está sendo processado pelo treinador Bruno Lage na Inglaterra. Lage pede 6 milhões de libras por uma promessa de trabalho que não foi cumprida. Ele afirma que assinou um contrato que garantiria uma chance de treinar clubes da rede de Textor, como o Crystal Palace e o Lyon. Lage chegou ao Botafogo em julho de 2023, mas saiu após três meses por causa de resultados ruins. O contrato que ele menciona teria validade de 1º de janeiro a 15 de abril de 2024 e previa um compromisso de pelo menos dois anos com um salário de 3,6 milhões de dólares por ano. Se nenhuma proposta fosse feita até 29 de abril de 2024, o valor deveria ser pago a ele. A reclamação de Lage se baseia nas contratações de outros treinadores pelos clubes mencionados após sua saída.

John Textor, proprietário da SAF Botafogo, enfrenta um processo na Inglaterra movido pelo treinador Bruno Lage, que pede 6 milhões de libras por uma promessa de trabalho não cumprida. Lage alega ter assinado um contrato que garantiria uma oportunidade em clubes da rede de Textor, como o Crystal Palace e o Lyon.

O treinador português chegou ao Botafogo em julho de 2023, mas deixou o cargo após três meses devido a resultados insatisfatórios. Segundo o jornal inglês The Telegraph, Lage afirma que o contrato com Textor, que vai de 1º de janeiro a 15 de abril de 2024, previa um vínculo com um dos clubes da rede multi-clubes do empresário.

A reivindicação de Lage se baseia nas contratações de outros treinadores, como Oliver Glasner pelo Crystal Palace e Pierre Sage pelo Lyon, que ocorreram após sua saída. Apesar de não ter sido oficialmente vinculado ao Crystal Palace, Lage era considerado para o cargo no Lyon antes da demissão de Laurent Blanc.

O contrato estipulava que qualquer oferta de emprego para Lage incluiria um compromisso mínimo de dois anos e um salário de US$ 3,6 milhões anuais, totalizando cerca de R$ 21 milhões. Caso nenhuma proposta fosse feita até 29 de abril de 2024, o valor deveria ser pago ao treinador.

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