Paulo Henrique Ganso voltou a jogar pelo Fluminense após ficar quase dois meses afastado por causa de uma doença no coração chamada miocardite. Ele entrou em campo durante a vitória do time sobre o Bragantino. O médico que cuidou dele, Fabrício Braga, esteve presente no jogo para apoiar o atleta. Ganso passou cinco semanas em repouso e tomando remédios antes de ser liberado para voltar a jogar. Sua volta foi adiada por uma semana porque ele precisou fazer um procedimento para tratar uma arritmia leve, que é um batimento cardíaco irregular, mas que não é grave.
Os médicos acreditam que a miocardite de Ganso foi causada por uma gripe que ele teve no final de 2024. O problema foi descoberto durante exames de rotina que são feitos anualmente para verificar a saúde do coração dos jogadores. Agora que está liberado, Ganso vai se concentrar em melhorar seu condicionamento físico e será monitorado de perto. Ele usará um aparelho que mede a atividade do coração em tempo real, que ele e sua esposa foram buscar nos Estados Unidos. Esse dispositivo ajudará os médicos a acompanhar a saúde dele durante os treinos e jogos.
A vitória do Fluminense por 2 a 1 sobre o Bragantino, no último domingo, marcou o retorno de Paulo Henrique Ganso aos campos após um diagnóstico de miocardite que o afastou por quase dois meses. O jogador entrou em campo aos 23 minutos do segundo tempo, recebendo apoio de familiares e do cardiologista Fabrício Braga, que acompanhou seu tratamento. Braga, que raramente vai a jogos, fez uma exceção para estar presente e transmitir segurança ao atleta.
O tratamento de Ganso incluiu cinco semanas de repouso e medicação, seguido por exames que permitiram sua liberação para voltar às atividades. A volta foi adiada por uma semana devido a um procedimento de ablação para tratar uma arritmia leve, que poderia interferir na recuperação da miocardite. Braga explicou que a arritmia, uma taquicardia supraventricular, é benigna, mas necessitou de tratamento para evitar complicações.
A causa da miocardite de Ganso foi provavelmente uma gripe contraída em novembro de 2024, já que infecções virais podem levar à inflamação do coração. O diagnóstico foi feito durante exames de rotina, que são realizados anualmente para detectar alterações cardíacas precocemente. O chefe do departamento médico do Fluminense, Douglas Santos, destacou a importância desses exames preventivos.
Agora liberado, Ganso se concentra na recuperação do condicionamento físico e será monitorado continuamente. Ele usará um eletrocardiograma portátil para que os médicos possam acompanhar sua saúde cardíaca em tempo real. O jogador e sua esposa viajaram aos Estados Unidos para adquirir o dispositivo, que permitirá a análise dos dados cardíacos após os treinos e jogos.
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