O técnico do Internacional, Roger Machado, comentou sobre a busca por um novo treinador para a Seleção Brasileira após a demissão de Dorival Júnior. Ele defende a escolha de um brasileiro para o cargo, ressaltando a importância do intercâmbio com profissionais estrangeiros, mas criticou a diferença de tratamento entre treinadores nacionais e internacionais. Roger observou […]
O técnico do Internacional, Roger Machado, comentou sobre a busca por um novo treinador para a Seleção Brasileira após a demissão de Dorival Júnior. Ele defende a escolha de um brasileiro para o cargo, ressaltando a importância do intercâmbio com profissionais estrangeiros, mas criticou a diferença de tratamento entre treinadores nacionais e internacionais. Roger observou que, enquanto os estrangeiros costumam ter mais tempo para implementar suas ideias, os brasileiros enfrentam maior pressão por resultados imediatos.
Machado citou exemplos de técnicos estrangeiros que atuam no Brasil, como Abel Ferreira e Jorge Jesus, e destacou que a presença deles ajudou a quebrar algumas barreiras culturais no futebol brasileiro. Ele mencionou que, após a derrota do Brasil para a Alemanha em dois mil e quatorze, houve uma mudança nas contratações, com a entrada de jovens treinadores e a busca por profissionais de fora. O técnico acredita que o ambiente externo influencia as decisões sobre os treinadores.
O treinador do Inter expressou seu desejo de ver um brasileiro na Seleção, mas não se opõe à contratação de estrangeiros. Ele observou que o cenário atual é marcado por uma rotatividade maior entre os técnicos, com uma busca constante por novas abordagens. Roger também comentou sobre sua própria trajetória, que começou em dois mil e quatorze, e como a pressão por resultados pode afetar a permanência dos treinadores.
Atualmente, Roger Machado está em alta no Internacional, com a renovação de seu contrato até dois mil e vinte e seis. Ele se prepara para a estreia do time na Conmebol Libertadores, enfrentando o Bahia na próxima quinta-feira, às 19h, na Fonte Nova. A confiança da direção e da torcida é um fator que o motiva a focar nos desafios que estão por vir.
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