- O Seahawks mantém grande parte do esquema de Klint Kubiak sob o comando do novo coordenador ofensivo, Brian Fleury.
- Fleury, ex-técnico da San Francisco 49ers, pretende manter a maior parte do que já era usado, com alguns requisitos adicionais.
- Sam Darnold, que jogou com Fleury em San Francisco em 2023, diz que a transição não foi muito grande até agora.
- A relação entre os sistemas de Kubiak e Shanahan facilita a adaptação do elenco.
- A principal dúvida é como Fleury chamará os jogos, já que nunca atuou como coordenador ofensivo; a avaliação ocorre a partir de setembro.
O Seattle Seahawks começa a defender o título da NFL com um ponto de interrogação: como a recém-chegada coordenadoria ofensiva de Brian Fleury vai operar. Fleury, ex-assistente de San Francisco 49ers, afirmou que pretende manter o máximo possível do esquema implementado por Klint Kubiak. Até agora, o técnico tem conseguido essa continuidade.
Sam Darnold, quarterback da equipe, disse que a transição não tem sido significativa até o momento. O jogador, que teve Fleury como técnico dos tight ends em San Francisco, aponta similaridade entre as diversas estruturas que já conheceu, com pequenas variações para acentuar novas jogadas.
A experiência de Darnold em adaptação rápida se mostra relevante. O camisa 14 já mudou de coordenador várias vezes desde seus últimos anos em New York e Carolina, sempre lidando com mudanças na linha de comando. Ele revelou reconhecer a verve de Fleury e a forma como o novo OC instala o jogo corrido e o passe.
Apesar do histórico de Darnold, o maior ponto de dúvida não é o conceito, mas quem chamará as jogadas. Fleury nunca foi responsável por chamadas de jogadas em tempo real, o que levanta expectativa sobre como lidar com a pressão de um jogo oficial a partir de setembro. A temporada começará para avaliar esse ajuste.
O alinhamento entre passado e presente favorece uma transição calma, conforme o quarterback. Darnold destacou a liderança de Fleury e a sensação de familiaridade na terminologia, além da construção de sinergia entre as unidades de corrida e passe. Resta observar se a adaptabilidade continuará a facilitar o encaixe.
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