- Cardinals aprimoraram o jogo terrestre: trouxeram Tyler Allgeier e selecionaram Jeremiyah Love na terceira escolha, com expectativa de renovar o ataque corrido.
- Ravens reforçaram o passe com a chegada de Trevis Hendrickson e Calais Campbell, além de drafting de Zion Young, visando aumentar pressão e reduzir jardas aéreas permitidas.
- Bengals buscaram segurança melhor: assinaram Bryan Cook e Kyle Dugger e adicionaram Tacario Davis, visando cobertura de tight ends e melhoria na defesa.
- Browns revigoraram a linha ofensiva: negociaram Tytus Howard, assinaram Zion Johnson e Elgton Jenkins e draftaram Spencer Fano, buscando proteger o quarterback e reduzir pressão.
- Cowboys trabalharam a defesa: trouxeram Rashan Gary e Dee Winters, reforçaram a secundária e a linha defensiva, e repaginaram o coaching com Christian Parker para melhorar o desempenho defensivo.
O aquecimento da offseason da NFL já mudou o cenário de várias equipes. Em 2025, alguns times tinham deficiências claras que pesavam no desempenho. Em 2026, eles buscaram reverter esses déficits com reforços estratégicos e mudanças de estilo.
A ladeira de alterações começou pela Cardinals, que vivia com uma corrida pouco eficiente. Em 2025, eram 93,1 jadas por jogo e 2,7 jardas após o contato, entre os piores da liga. Trazem Tyler Allgeier e Jeremiyah Love para dar profundidade e explosão ao ataque terrestre.
Arizona Cardinals
A aposta é renovar o jogo terrestre com valor estável e velocidade. Love tem código de universidade e uma pontuação alta segundo NFL IQ, o que pode impulsionar a produção ao lado de Allgeier. O objetivo é aumentar o ritmo ofensivo e reduzir desperdícios.
O Baltimore Ravens também agiu com foco claro na pressão defensiva. Em 2025, registraram as menores taxas de pressão e de sacks, abrindo espaço para many pontos de adversários. A contratação de Trey Hendrickson, Calais Campbell e a latera de Zion Young mira elevar o rendimento de 18,6% de pressão e 74,5 sacks nos últimos seis anos.
Baltimore Ravens
A estratégia envolve impacto imediato no pass rush. A equipe espera que a soma de nomes experientes junto com a juventude de Young gere crescimento de sack e de pressão, transformando uma fraqueza em trunfo para 2026.
Cincinnati Bengals enxergou falhas na cobertura de safety. Em 2025, os safeties cederam muitos yards por alvo e sofreram com tackles perdidos. A chegada de Bryan Cook e Kyle Dugger, além de Tacario Davis, visa elevar o desempenho na linha secundária.
Cincinnati Bengals
Com Cook e Dugger no elenco, os Bengals buscam solidez na secundária. Davis, com quase 6 pés de altura, pode ajudar também em snaps no safety, cobrindo tight ends e fortalecendo a defesa contra passes longos.
Os Browns atuaram na linha ofensiva, a mais vulnerável da equipe. Em 2025, tiveram 46,5% de pressão permitida e várias mudanças no conjunto. Tytus Howard, Zion Johnson, Elgton Jenkins e Spencer Fano chegaram para recompor o bloqueio.
Cleveland Browns
A meta é alinhar uma linha forte para proteger o QB, seja quem for o titular. Fano, com versatilidade, é visto como destaque entre as novas peças. A ideia é criar condições para que Deshaun Watson ou Shedeur Sanders tenha mais tempo para atacar.
O Dallas Cowboys enfrentavam defesa ofensiva fragilizada. Em 2025, permitiram muitos pontos e jardas, com mudanças na linha defensiva e no corpo de linebackers. A meta é reverter o cenário com novas peças e esquema reformulado.
Dallas Cowboys
Entre alterações, o time trouxe Rashan Gary, Dee Winters e várias contratações na defesa, além de mudanças no comando defensivo com Christian Parker. O objetivo é melhorar o desempenho defensivo e criar uma base para 2026.
Las Vegas Raiders ajustaram o setor de frente, que sofreu com pressão baixa no ano anterior. A equipe investiu pesado em linebackers, contratando Quay Walker, Nakobe Dean e Kwity Paye, para elevar a pressão e a defesa contra o passe.
Las Vegas Raiders
A reconstrução do front seven foca em presença física e consistência na contenção de corridas e jogadas de passe. A expectativa é que o trio de reforços eleve a eficiência e reduza as oportunidades do ataque adversário.
Titans reforçaram o grupo de recebedores para apoiar Cam Ward. Wan’ Dale Robinson assinou por quatro anos, com boa atuação recente, e Carnell Tate foi escolhido na 4ª posição do draft, buscando criar opções confiáveis para o QB.
Tennessee Titans
A dupla Robinson-Tate, aliada ao desenvolvimento de Ward, é encarada como chave para uma evolução ofensiva. A expectativa é que o ataque encontre mais consistência, com recebedores capazes de produzir presenciais em jogo longo e curto.
Entre na conversa da comunidade