- Maxime Raynaud explicou como funciona o salário na NBA, destacando que seu contrato de até 2027/28 é de quase US$ 6 milhões.
- O pivô francês chegou à liga em 2025, com contrato de três anos por US$ 5,9 milhões, sendo o último ano opção do Kings.
- Mesmo com valor alto, ele admite que não ostenta e que a carreira de jogador dura em média cerca de dez anos, dependendo do segundo ou terceiro contrato.
- Raynaud comparou seu salário ao de stars, ressaltando que Jokic ganha em torno de US$ 300 milhões, mas que ainda não comprou um carro esportivo e prioriza investimentos a longo prazo.
- Impostos na Califórnia e comissões reduzem bastante o montante recebido; ele disse que, embora alto no papel, o salário não é tudo. Também destacou seu bom ano de estreia pelos Kings, com médias de 12,5 pontos e 7,5 rebotes.
O pivô Maxime Raynaud explicou como funciona o salário na NBA, em entrevista sobre sua trajetória. O francês assinou com o Sacramento Kings um contrato de três anos, totalizando US$ 5,9 milhões, válido a partir de 2025/26. O contrato possui uma opção no último ano e está em vigor até 2027/28.
Raynaud afirmou que, embora o valor pareça alto, ele está longe de ser o que a maioria imagina. Mesmo recebendo cifras acima da média global, o jogador ainda não pode ostentar, pois está no início da carreira profissional. Ele acrescentou que a carreira de basquete costuma durar cerca de dez anos.
O jovem jogador reconheceu que, na escala da NBA, o seu salário não figura entre os mais altos. Em comparação, Jokic, com salário estimado próximo de centenas de milhões, demonstra outra realidade. Para Raynaud, é necessário aguardar contratos adicionais para entender o ganho real de longo prazo.
Salário na prática e impostos
O pivô explicou que grande parte do que consta no papel é comprometida por impostos. Segundo ele, as taxas federais e estaduais, além de encargos de agentes e do sindicato, reduzem substancialmente o valor líquido. Mesmo assim, o montante permanece acima da média mundial.
Raynaud fez uma avaliação pessoal da situação financeira. Mesmo com uma quantia relevante, ele não investe em itens de alto valor imediato, e sim em planejamento para o futuro. A ideia é se manter financeiramente estável ao longo de uma possível renovação contratual.
Desempenho em 2025/26
No ano de estreia dominante pelo Kings, com a lesão de Domantas Sabonis, o pivô ganhou espaço. Foram médias de 12,5 pontos e 7,5 rebotes por jogo, destacando-se entre os calouros da temporada 2025/26. O desempenho projeja espaço adicional no elenco a curto prazo.
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