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Três contra três no overtime redefine o hóquei olímpico no Canadá

O overtime três contra três nas finais olímpicas Canadá x Estados Unidos gerou críticas ao formato, que reduz a dramaticidade e a percepção do desempenho.

Canada react after their loss in the men’s hockey final.
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  • Nos Jogos Olímpicos de Milão, Canadá e EUA decidiram finais de hóquei masculino e feminino na prorrogação, em formato três contra três com gol de ouro.
  • As duas vitórias dos EUA foram decididas no overtime: feminino com gol de Megan Keller e masculino com gol de Jack Hughes, encerrando a disputa.
  • O formato gerou críticas por tornar o desfecho abrupto e depender de um momento de acaso, em vez do desenrolar do jogo de cinco contra cinco.
  • O treinador da seleção masculina canadense, Jon Cooper, afirmou que as regras eram conhecidas pelos jogadores, mas que o formato afeta o espetáculo.
  • O três contra três é usado na temporada regular da Liga Nacional de hóquei (NHL) desde 2015-2016, mas muitos defendem manter cinco contra cinco para finais olímpicas.

A final olímpica entre Canadá e EUA terminou decidida na prorrogação em três contra três, gerando debate sobre o formato. Os jogos, disputados em Milão, foram marcados por domínio da equipe canadense na fase regular porém encerrados por gols relâmpago no overtime.

No feminino, a equipe dos Estados Unidos venceu a final por 2 a 1 com gol decisivo em prorrogação, após pontuar sobre o Canadá. No masculino, os EUA levaram o ouro ao vencerem por 2 a 1 na prorrogação, repetindo o triunfo que encerrou a disputa de 1980 no Lake Placid. O formato de três contra três foi apontado como determinante para o desfecho rápido.

O técnico canadense, ao comentar o formato, disse que as regras já vinham sendo cumpridas, mas afirmou que o overtime influencia o espetáculo. Análises destacaram que Canadá dominou a partida em termos de presença de puck e chances, mas não conseguiu o gol no tempo regular, perdendo na prorrogação diante de a preparação tática. O público acompanhou a alternância entre tensão e surpresa, típicas de finais de grande peso.

Mudança de tema: críticas ao formato

O debate ganhou força após a decisão por três contra três, visto como excessivamente conflituosa com o ritmo tradicional do hóquei. Comentários de especialistas sugerem que uma combinação de cinco contra cinco por tempo determinado ou uma sequência de 5×5 antes de aplicações de desempate poderia preservar o tom competitivo sem sacrificar o drama.

Apesar das críticas, a prorrogaçãoinflate o apelo televisivo, mantendo o público grudado na tela. Em ambas as finais, houve momentos de reversão de domínio, seguidos por gols que definiram o título. O formato atual é visto por muitos como inadequado para o ápice olímpico, especialmente em jogos que definem medalhas.

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