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NBA: times discutem pagar salários de astros a calouros

Times da NBA discutem pagar US$ 100 milhões a calouros para reduzir o tank, enquanto Silver avalia a possibilidade de encerramento do Draft no futuro

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  • O comissário Adam Silver citou a possibilidade de acabar com o Draft, para tentar combater o tank, segundo relatos.
  • Brian Windhorst, da ESPN, afirmou que vários times estariam prontos para oferecer até US$ 100 milhões a calouros.
  • A ideia foi discutida com donos de franquias nos últimos dias, mesmo que a mudança leve anos para acontecer.
  • Há a expectativa de que o Draft de 2026 seja muito forte, o que alimenta a especulação sobre contratos elevados para futuros calouros.
  • Hoje, calouros recebem salários pré-programados; se virasse livre, o mercado poderia se inflacionar com ofertas maiores.

A NBA pode enfrentar mudanças significativas na forma de renovação de contratos dos calouros. Em meio a rumores sobre o fim do Draft, o comissário Adam Silver mencionou a possibilidade de abolir o sistema, o que provocou reação entre as equipes interessadas em recalibrar estratégias de aquisição de jovens talentos.

De acordo com informações levantadas por Brian Windhorst, da ESPN, diversos times estariam dispostos a oferecer valores na casa de 100 milhões de dólares a calouros promissores. A ideia surge como resposta ao incentivo ao tanque, prática de manter equipes de baixo desempenho para melhorar posições no Draft.

A discussão envolve também o cronograma da liga. Mesmo que a mudança não ocorra de imediato, times já se movimentam em torno de um eventual fim do Draft, planeando contratos alternativos para o recrutamento de 2026 e além. A possibilidade real de implementação depende de decisões futuras da NBA.

Na prática, o cenário atual permite apenas salários já pré-programados para calouros, com Cooper Flagg recebendo 13,8 milhões de dólares na temporada 2025/26 e um acordo total de 62,7 milhões de dólares em quatro anos. A ideia de permitir contratos de livre agência para calouros causaria inflação salarial.

Fontes próximas aos negócios da liga indicam que a primeira escolha do Draft de 2026 poderia valer até 100 milhões de dólares em uma hipótese de compra de talento. Ainda assim, punições financeiras já recentes, como a multa ao Utah Jazz, mostram que as franquias seguem avaliando riscos e custos.

O foco das equipes, porém, segue no tank até o fim da temporada 2025/26. Em diferentes jogos, observam-se estratégias de gestão de tempo de quadra para poupar titulares. Táticas semelhantes já renderam multas no passado, como no caso do All-Star Game envolvendo Lauri Markkanen e Jaren Jackson Jr.

O Draft de 2026 é amplamente considerado muito forte, com nomes de destaque no topo da lista, incluindo AJ Dybantsa e Cam Boozer. Entre os prováveis candidatos figurarão Caleb Wilson e Darryn Peterson, entre outros. A competição dependerá de desempenho, lesões e sorte nas bolinhas.

Entre os jogadores que podem influenciar o cenário, a percepção de qualidade do recrutamento de 2026 é alta, e as equipes avaliam estratégias para manter competitividade sem abrir mão de penalties. A liga não confirmou nem negou planos, mantendo o tema sob análise.

O panorama atual do Draft permanece em evolução. Enquanto o debate sobre a extinção do Draft envolve discussões estratégicas de longo prazo, as mudanças previstas exigem aprovação de diversas frentes da organização. O tempo dirá como as franquias adaptarão suas políticas de contratação.

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