- Ryan Lochte colocou à venda suas três medalhas de ouro ganhas em Atenas (2004), Pequim (2008) e Rio (2016) em leilão da Goldin, com lances iniciais de 20 mil dólares; o leilão está ativo desde a última quarta-feira, dia 10.
- O anúncio foi feito por vídeo nas redes sociais da Goldin, plataforma especializada em itens colecionáveis esportivos de alto valor.
- A venda das medalhas gerou questionamentos sobre possível necessidade financeira do atleta e transformação de conquistas em itens colecionáveis.
- A medalha de 2016 está entre as peças, lembrando o episódio em que Lochte e colegas alegaram ter sido assaltados no Rio de Janeiro; o incidente foi desvendado como provocação policial, resultando em suspensão de dez meses.
- Em 2018, a juíza Maria Tereza Donatti manteve a conclusão de que Lochte provocou a ação policial; o processo por falsa comunicação de crime foi arquivado em julho de 2021, com Lochte admitindo ter mentido e pedido desculpas.
Lochte colocou em leilão suas três medalhas de ouro obtidas nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004, Pequim 2008 e Rio 2016. O anúncio foi publicado pela Goldin, plataforma de itens esportivos de alto valor, com lance inicial de 20 mil dólares. O leilão está ativo desde a última quarta-feira (10).
O anúncio foi feito por meio de um vídeo nas redes da Goldin. As medalhas representam as maiores conquistas do nadador, que teve rivalidade de destaque com Michael Phelps durante a carreira. A iniciativa levantou dúvidas entre internautas sobre a situação financeira do atleta.
Leilão e contexto
O ouro de Atenas 2004, o de Pequim 2008 e o de Rio 2016 integram a venda em formato de leilão de elite. Em 2016, Lochte e colegas afirmaram ter sido vítimas de um assalto, o que levou à suspensão de dez meses e, em 2018, à confirmação de que houve provocação policial. O processo por falsa comunicação de crime prescreveu e foi arquivado em 2021.
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