- A FURIA venceu a LOS por três a um, conquistando o CBLOL 2026, 1º split, e faturando o segundo título nacional, com a coletiva destacando a virada no quarto jogo e a preparação para MSI e Copa do Mundo de LoL.
- Participaram da coletiva Tatu, Ayu, Guigo, Tutsz, Furyz, Luuukz e Lanterninho, que falaram sobre o momento da equipe, a evolução da line e as expectativas para MSI 2026 e Worlds.
- Tatu valorizou o comeback e a resiliência da equipe; Luuukz destacou o amplo pool de campeonatos, a diversidade de composições e o papel da staff na execução tática.
- A equipe discutiu a necessidade de um retorno gradual ao CBLOL após MSI e EWC, para evitar desgaste, mantendo o foco nos torneios internacionais.
- No staff, Furyz citou o desafio do head coach em menos de um ano com três títulos; Tutsz elogiou a reconstrução da FURIA e a confiança da organização, que apostou na continuidade e no amadurecimento do elenco.
A FURIA venceu a LOS por 3-1 na final do CBLOL 2026 1º Split, conquistando o bicampeonato nacional de League of Legends. A vitória confirmou o título dentro do calendário brasileiro e consolidou a equipe entre as melhores do cenário.
Na coletiva pós-final, jogadores e membros da comissão técnica falaram sobre a virada no quarto jogo, o peso da conquista e a preparação para competições internacionais como MSI 2026 e a Copa do Mundo de LoL. Apoio da staff também foi destacada.
Tatu explicou que o triunfo foi fruto de resiliência da lineup, com evolução de tomada de decisão e controle emocional após erros durante a partida. Ele ressaltou que a equipe manteve foco e confiança para virar o jogo crucial.
Luuukz comentou sobre a grandiosidade do elenco, destacando um amplo leque de estratégias que a equipe pode executar. Ele ressaltou que o grupo reconhece as condições ideais para cada composição, desde Nasus até TF e Ashe com Seraphine, com suporte da staff.
Furyz abordou a gestão de cargas em uma maratona de torneios, citando aprendizado com burnouts anteriores. A ideia é retornar aos MSI e EWC com ritmo gradual, evitando sobrecarga ao curto prazo e mantendo o desempenho no CBLOL.
Lanterninho informou que a mudança no draft, deixando mais clareza para os jogadores no stage, ajudou a equipe a adotar uma postura mais agressiva na fase de escolhas, o que contribuiu para o giro de momentum entre jogos.
Ayu comentou sobre a importância histórica da FURIA ao conquistar LTA e CBLOL, destacando que o clube mantém o legado e mira novas vitórias, fortalecendo a presença brasileira no cenário internacional.
Tatu reforçou o desejo de vencer em disputas internacionais e manter a concentração diante de fusos horários desafiadores. Ele citou o MSI como objetivo real, após superar a LOS na final.
Guigo falou que a maratona de MSI, EWC e retorno ao CBLOL pode gerar cansaço, mas que o staff está preparado para gerenciar a rotina de jogos, com períodos de descanso e apoio técnico.
Tutsz comentou a evolução entre as fases da organização, destacando a passagem pela chave inferior em LTA para chegar à superior, apontando melhoria de macro e de leitura de jogo, o que tornou o time mais inteligente.
Tatu discutiu ainda a experiência contra Curse, elogiando a leitura de jogo da equipe e o papel do Luuukz como coach de jungle, que mantém o time concentrado e motivado durante a competição.
Guigo encerrou destacando a importância de manter o ritmo de preparação para o cenário internacional, com a expectativa de ajustes menores na primeira fase do terceiro split para equilibrar carga de jogos.
Entre na conversa da comunidade