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LCK 2026: BRO Roamer comenta passagem pelo Brasil

Roamer relembra passagem pelo Brasil: treino, convivência na gaming house e dificuldades com o inglês que impactaram a comunicação no jogo

Foto: Reprodução/Riot Games.
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  • Mid-laner Roamer fala sobre sua passagem pelo Brasil em paiN Gaming durante entrevista no vlog da HANJIN BRION, destacando treino, alimentação e convivência.
  • Ele comparou CBLOL com LCS, afirmando que o dia de treino começa ao meio-dia, com cinco scrims em MD5 e tempo livre; a SoloQ era jogada até quando quiser.
  • Sobre o ambiente de treino, disse que não era ruim, mas após as atividades todos iam para casa; a maioria jogava Solo Queue em casa, enquanto no CBLOL havia uma gaming house com quartos individuais.
  • Roamer contou sobre a comida servida pela equipe, que não agradou ao paladar dele; costumava pedir entrega ou cozinhar, preparando pratos coreanos como sopa de alga e kimchi, além de pedir carnes brasileiras.
  • A comunicação era em inglês e ele enfrentou dificuldade por não dominar bem o idioma, o que afetou a proximidade com a equipe e o desempenho; os termos de jogo eram fáceis pela repetição, mas a comunicação cotidiana foi mais desafiadora.

O BRO Roamer, jogador da BRO na LCK 2026, falou sobre sua passagem pelo Brasil durante os tempos do paiN Gaming. A entrevista ocorreu no vlog da HANJIN BRION, com foco em treinos, alimentação e convivência no país.

Na conversa, Roamer comparou a rotina de treino do CBLOL com a da LCS, citando acordar ao meio-dia, cinco partidas de scrim em MD5 e muito tempo livre entre as sessões. O ex-jogador Loki também participou.

Sobre o ambiente de treino, Roamer disse que não era ruim, mas a rotina diária terminava com todos voltando para casa. Ele comentou que a maior parte da Solo Queue era jogada de casa pelos jogadores.

Ele revelou que os atletas costumavam morar em uma gaming house com quartos individuais, memso no CBLOL. Roamer relatou que a comida servida pelo time não agradava, recorrendo a refeições fora, delivery ou preparo próprio.

Rotina, alimentação e língua

Roamer explicou que preparava pratos coreanos simples, como sopa de alga e kimchi-jjige, além de pedir comida brasileira ou frango. O delivery brasileiro, segundo ele, era bom, mas não tão superior ao coreano.

A comunicação ocorria quase inteiramente em inglês. Por este motivo, Roamer não se sentiu tão próximo dos colegas, o que, segundo ele, impactou o desempenho dentro de jogo.

Ele ressaltou que os termos do jogo eram fáceis de decorar, mas a dificuldade maior ficou para a comunicação cotidiana. A experiência no CBLOL incluiu adaptação a novos hábitos de idioma e convivência.

Para quem acompanha a LCK 2026, a cobertura completa segue com calendário, resultados e informações sobre equipes, disponível no portal. A matéria cita o vlog da HANJIN BRION como fonte da entrevista.

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