- Herdeiras da Tradição, torcida feminina que representava a paiN Gaming, anunciaram desvinculação da organização.
- Mantêm as ações sociais e seguem com o projeto beneficente “Gank Delas”, agora independente da campanha.
- A arrecadação via PIX para a ONG Fala Mulher continua normalmente e o grupo convida quem puder a contribuir.
- A equipe afirmou que continuará avaliando os próximos passos e que a prioridade é ampliar o alcance da campanha e seu impacto.
- Representantes da paiN Gaming que apoiavam a causa, como Caju, Babs e Sabrinoca, publicaram apoio, enquanto a campanha divulgada pela organização foi removida, sinalizando a separação.
Após a repercussão sobre a participação de TitaN nos treinamentos, a torcida organizada feminina que representava a paiN Gaming, as Herdeiras da Tradição (HdT), anunciou a separação da organização no contexto do CBLOL 2026. A decisão marca o rompimento entre HdT e a equipe.
Em nota, HdT informou que não possui mais vínculo com a paiN Gaming, mantendo, porém, as ações voltadas às mulheres no cenário, e ressaltou que seus valores permanecem inegociáveis. A organização detalhou que o projeto beneficente Gank Delas continua, agora de forma independente.
A arrecadação via PIX destinada à ONG Fala Mulher segue normalmente, segundo o texto. As HdT pediram apoio à continuidade da campanha e informaram que ainda avaliam próximos passos, sem respostas definitivas sobre o futuro do projeto, mas com foco em ampliar o alcance da ação já em andamento.
Desvinculação oficial e continuidade das ações
Mesmo com a saída formal, as ações sociais coordenadas pelas HdT seguem em curso. A nota reforça o compromisso com o acolhimento e proteção de mulheres, inclusive no ambiente dos esports, e mantém o projeto beneficente como prioridade.
Apoio de vozes da paiN
Ainda que as HdT não integrem mais a campanha, algumas vozes ligadas à paiN Gaming reforçaram o apoio público à causa. Figuras de influência no cenário expressaram solidariedade e continuidade de atuação pela temática.
Como ajudar
Quem desejar contribuir com a campanha pode apoiar a ONG Fala Mulher, que atua no enfrentamento à violência doméstica e na defesa de direitos humanos. A organização oferece apoio, informação e acolhimento a mulheres e pessoas vulneráveis.
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