- Furyz assumiu o cargo de head coach da FURIA em 2025, depois de atuar como assistente, e a equipe eliminou a C9 na última série.
- A mudança de estilo trouxe jogo mais agressivo e alinhado para frente, com ajustes de draft para ampliar as possibilidades do time.
- A Americas Cup 2026 é encarada como oportunidade para testar coisas novas e colocar os planos em prática, mantendo a cabeça fresca após a eliminação.
- O meta mudou em relação ao ano anterior, permitindo jogos mais lentos e com foco em dragões; a equipe busca ser mais completa e ter mais opções.
- Desafios do cargo envolvem gestão de pessoas e da comissão técnica, posicionamento firme em drafts e manter sintonia com os jogadores e o ThinkCard.
Após varrer a C9, a FURIA concedeu entrevista exclusiva ao Mais Esports sobre a atuação do time no último split e as mudanças para 2026. Furyz, head-coach da equipe, detalha o amadurecimento do elenco e o objetivo de jogar de forma mais completa.
A diretiva do grupo passou por ajustes internos após as derrotas. A equipe retomou a agressividade, buscando jogadas mais rápidas e decisões firmes em lane, com o objetivo de pressionar o adversário desde os primeiros minutos.
Questionado sobre a mudança de estilo, Furyz explicou que houve um período de experimentação no split anterior, com drafts variados. O time promoveu ajustes para identificar o que funcionava, descartando estratégias que não entregavam resultados.
A partir dessa revisão, a FURIA avançou com uma abordagem mais agressiva na série decisiva, consciente de que o estilo anterior poderia favorecer os oponentes. A ideia foi equilibrar agressividade com leitura do jogo para enfrentar rivais.
Sobre a pressão na Americas Cup, o treinador enfatizou que o campeonato recente é visto como oportunidade para testar novidades. A equipe busca aplicar aprendizados do split e evitar focar apenas nos problemas do passado.
Furyz também analisou o papel do ThinkCard na construção da identidade tática da FURIA. Ele destacou a convergência de visões, especialmente na fase de drafts, e ressaltou o trabalho coletivo para desenvolver um estilo que possa evoluir em competições internacionais.
No posicionamento como head coach, o desafio é gerenciar pessoas e a comissão técnica, além de organizar estratégias. Furyz conta estar aprendendo com a função e mantém a confiança no elenco para corrigir rumos e explorar o potencial da equipe.
O técnico ressaltou ainda a necessidade de ampliar o conjunto de estratégias da FURIA. Embora o time tenha mostrado força em algumas composições, a meta atual demanda variação para manter vantagem diante de adversários que estudam suas escolhas.
A conversa reforça a visão de que o time precisa continuar evoluindo para jogos internacionais. Furyz aponta que o objetivo é manter a cabeça clara, separar o que funciona do que não funciona e aproveitar ao máximo as características dos jogadores.
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