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CBLOL 2026: FURIA Tatu diz que time precisava ficar mais incomodado

FURIA afirma que ficar incomodado foi essencial para retomar a organização no stage, com debates internos e ajustes de liderança após as vitórias.

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
CBLOL 2026: “Ficar incomodado é algo que faltava bastante nesse time”, diz FURIA Tatu
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  • A FURIA venceu por 2 a 0 no fim de semana e atropelou a VKS; Tatu deu entrevista ao Mais Esports dizendo que o time precisou se incomodar para se reorganizar no stage.
  • O jungler destacou que o jogo mais propositivo contra a Keyd veio de uma combinação de fatores: o campeão Jarvan ajuda, houve boa semana de treino e a equipe ganhou confiança.
  • Tatu relatou debates intensos na semana anterior, focando na mecânica e em lutas (fights); segundo ele, cobrar pontos específicos foi essencial para a recuperação do desempenho.
  • Sobre a ausência de Thinkcard, o jogador afirmou que qualquer coach deixa lacunas e que Furyz também é eficiente; acredita que consegue lidar com discussões, mas sentiu falta de debates mais longos.
  • Em liderança e constância, diz que liderança é compartilhada e que é crucial ficar incomodado com os problemas; a ideia é manter o ritmo após o 2 a 0 e a continuidade de treinos.

A FURIA soma vitórias again, ao vencer a VKS por 2 a 0 neste fim de semana. Em entrevista ao Mais Esports, o jungler Tatu detalha que o time precisou se incomodar para se reorganizar no stage, após um período de ajustes.

Tatu diz que o jogo sólido contra a Keyd não depende apenas do campeão escolhido. O atleta afirma que o momento do time, aliado a uma semana de treino intensa, permitiu um estilo mais propositivo e contundente nas jogadas.

O jogador também comenta sobre conflitos recentes no elenco, citando debates longos como parte do processo de melhoria. Segundo ele, é preciso apontar falhas e exigir mais dos hábitos e da mecânica de jogo para evoluir.

Liderança e ajustes internos

O entrevistado afirma que há várias lideranças dentro da equipe, com ele e outros atletas contribuindo. A ideia central é manter o time incomodado com o que não funciona, para que não haja acomodação durante o split.

Questionado sobre a possível falta de Thinkcard, Tatu explica que qualquer mudança gera lacunas. Ele elogia Furyz e Thinkcard, reconhece a importância das discussões, e admite que a ausência de debates longos pode ter efeito perceptível.

O que falta para o stage

Além do aspecto mecânico, Tatu ressalta a necessidade de manter a evolução observada na semana recente. A meta é sustentar o rendimento e consolidar os resultados com treino consistente, visando o desempenho no stage seguinte.

Sobre a constância, o jogador aponta a relação entre treino, desempenho e resultados. Ele descreve um ciclo onde semanas produtivas elevam o nível de jogo, e semanas ruins exigem ajuste para retomar o ritmo.

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