- LeBron James usa a camisa 23 em homenagem a Michael Jordan; retornou ao 23 após a NBA aposentar o número 6 em homenagem a Bill Russell.
- Stephen Curry veste 30 por legado familiar, já que o pai, Dell Curry, jogou com esse número e o irmão Seth também o utiliza.
- Luka Dončić usa 77 como reverência a Spanoulis; originalmente queria 7, mas dobrou para 77 por vaga na equipe.
- Giannis Antetokounmpo usa 34 para carregar números dos pais, que usavam 3 e 4; o irmão Thanasis joga com 43.
- Damian Lillard usa 0 (ou a letra “O”) para representar Oakland, Ogden e Oregon; voltou a vestir a camisa 0 em 2025.
A NBA passa a chamar atenção pela relação entre números de camisa e histórias pessoais. Em 2025, atletas como LeBron James, Stephen Curry e Luka Dončić mantêm, cada um, um símbolo ligado à sua trajetória, família e influências regionais.
LeBron James retornou à camisa 23 após a liga aposentar o 6 em homenagem a Bill Russell. A mudança reforça o vínculo do astro com Michael Jordan, ídolo que inspirou a escolha histórica pelo 23. O retorno ocorreu em contexto de homenagens contínuas na liga.
Stephen Curry ficou marcado pelo 30, herdado do pai Dell Curry, que usou o mesmo número. A escolha celebra a influência familiar na carreira de Steph, que cresceu ao lado do irmão Seth, também jogador profissional.
Luka Dončić carrega o 77 como reverência a Spanoulis, ídolo europeu. Originalmente desejando o 7, ele dobrou para 77 por incompatibilidade de vaga no Real Madrid, consolidando a marca na NBA.
Giannis Antetokounmpo utiliza o 34 em homenagem aos pais, que usavam 3 e 4. O gesto visa carregar a relação familiar para dentro das quadras, com o irmão Thanasis usando o 43.
Kyrie Irving escolheu o 11 por coincidências que marcaram sua carreira, incluindo letras, datas e uma sequência de marcos no draft e na contagem de pontos.
Damain Lillard mantém o 0 como símbolo de uma trajetória ligada a Oakland, Ogden e Oregon. O jogador destaca que não vê o número apenas como peça esportiva, mas como referência regional.
Números que carregam histórias
A prática de atribuir números vai além da estética. Ela ajuda a entender o apego dos atletas a pessoas, lugares e caminhos que moldaram suas trajetórias no basquete. As mudanças recentes reforçam esse padrão de memória afetiva.
Entre na conversa da comunidade