- Raphael Reis, piloto do Cupra Leon VZ TCR #77 da W2 ProGP, disputou o Michelin Pilot Challenge em Sebring, integrado às 12 Horas IMSA.
- Na TCR, o carro é o mesmo independentemente do país, graças ao conceito de especificação padronizada, com dados que ajudam a equalizar entre montadoras.
- A principal diferença entre corridas nos EUA e na América do Sul fica pelos pneus: Michelin no evento norte-americano e Hankook na TCR South America.
- O pneu Michelin tem aderência mais linear, com pico entre a terceira e a quarta volta, seguido de desgaste gradual que facilita a estabilidade do ritmo da prova.
- Já o Hankook apresenta pico de aderência nas primeiras voltas e desgaste maior ao longo da corrida, exigindo gestão mais cuidadosa dos compostos pelos pilotos.
Raphael Reis, piloto do Cupra Leon VZ TCR #77 da W2 ProGP, competiu neste fim de semana no Michelin Pilot Challenge em Sebring, nos EUA, durante as 12 Horas do IMSA. A participação integra o calendário do TCR Brasil e do TCR South America, com apoio da Michelin.
A prova reforçou a filosofia do TCR, que padroniza pacote técnico e desportivo ao redor do mundo. Com a uniformidade, o acerto entre carros fica mais neutro, facilitando a comparação entre equipes e marcas ao longo das corridas.
A equipe brasileira destacou que, apesar da uniformidade, há diferenças de pneus entre regiões. Em Sebring, a disputa é com pneus Michelin, patrocinadora do evento, o que influencia o comportamento do carro.
Pneus e estratégias
Os pneus Michelin usados nos EUA apresentam aderência mais estável, com pico entre a terceira e quarta volta. O desgaste ocorre de forma gradual, permitindo ajuste de estratégia ao longo da prova.
Já nas corridas do TCR South America, o material utilizado é Hankook, com pico de aderência mais cedo. O desgaste tende a acelerar; a gestão de compostos passa a exigir leitura mais precisa da pista e do rendimento do carro.
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