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Hamilton mira GP africano antes de se aposentar

Hamilton quer GP na África e defende união regional para retomar o continente, apontando África do Sul, Ruanda e Quênia como potenciais anfitriões

Lewis Hamilton suggested former colonial rulers still exerted undue power in Africa and called for action to reverse that influence
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  • Lewis Hamilton, sete vezes campeão, quer disputar um grande prêmio na África e está buscando apoio para a ideia.
  • Em entrevista, ele pediu união entre países africanos para “tomar a África de volta” de antigos dominadores coloniais.
  • O piloto diz ter raízes em Togo e Benim e afirma orgulho pela região, criticando a influência de potências europeias.
  • Hamilton afirma que luta há cerca de seis a sete anos para um GP africano e continua buscando datas e investidores.
  • Entre os possíveis locais, ele cita, entre outros, Quênia, Ruanda e África do Sul como opções potenciais.

Lewis Hamilton divulgou um projeto para realizar um Grande Prêmio na África, enquanto se aproxima o início da próxima temporada de Fórmula 1, em Melbourne. O britânico, sete vezes campeão, reforçou o interesse em uma corrida no continente.

O ex-piloto de F1 nasceu de raízes em países africanos como Togo e Benin. Em tom conciliador, afirmou orgulho pela região e ressaltou a necessidade de reduzir a influência de potências coloniais no mundo. O objetivo é incentivar união entre nações africanas.

Desde já, Hamilton mantém atuação constante nos bastidores para viabilizar uma prova no continente. Ele diz que tem buscado diálogo com stakeholders e que a ideia continua firme, com esforço para não deixar o esporte sem uma corrida africana.

Possíveis locais para o Grande Prêmio africano

Entre os destinos avaliados pelo piloto, ele citou a cooperação com vários países. Entre eles, o Quênia recebeu elogios pela experiência, embora a realização de uma prova nesse país ainda seja improvável. Rwanda também foi lembrada como cenário promissor, assim como a África do Sul.

O piloto, que já percorreu extensas áreas do continente, elenca África como um continente pronto para receber uma corrida de alto nível. Ele afirma o desejo de atuar como catalisador para que o evento aconteça o quanto antes.

A ideia de Hamilton é que o primeiro Grande Prêmio africano ocorra em território que possa contribuir para o desenvolvimento da modalidade. Ele continua trabalhando para alinhar datas com organizadores, sem indicar prazo definitivo.

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