- A Mercedes afirma que o motor está dentro das regras e critica rivais que tentam contestar a unidade para 2026.
- A equipe encontrou uma brecha no regulamento relacionada à taxa de compressão geométrica dos cilindros que poderia oferecer vantagem.
- O possível ganho seria de cerca de 0,3 segundo por volta em relação às rivais, segundo rumores.
- Toto Wolff criticou “cartas secretas” e disse que as regras indicam claramente a forma de medir a potência, ressaltando a comunicação positiva com a FIA.
- A FIA, representada pelo presidente Mohammed ben Sulayem, atestou a legalidade da unidade de potência, segundo Wolff.
A Mercedes apresentou nesta segunda-feira o W17, carro da temporada de Fórmula 1 de 2026, durante um lançamento oficial. A equipe, com Toto Wolff à frente, confirmou que o veículo está dentro das regras, mas afirmou que rivais tentam encontrar falhas para justificar desvantagens.
Em Barcelona, a equipe realizou os primeiros testes com o W17 2026, com os pilotos George Russell e Andrea Kimi Antonelli ao volante. O lançamento ocorreu antes de as equipes iniciarem as atividades oficiais da temporada, com foco na performance e na confiabilidade do carro.
Entenda a polêmica
A controvérsia envolve a taxa de compressão geométrica dos cilindros do motor. O regulamento permite uma taxa de 16 para 1, mas a Mercedes afirmou ter explorado uma lacuna para aumentar esse índice, segundo rumores, o que poderia render vantagem de cerca de 0s3 por volta frente a concorrentes.
Wolff criticou a abordagem de rivais que teriam enviado comunicações sigilosas à FIA e comentaram sobre supostas “cartas secretas”. O chefe da Mercedes afirmou que a unidade de potência foi aprovada pela FIA e pela presidência da entidade, e enfatizou que o regulamento e os procedimentos são claros.
Segundo o dirigente, a Mercedes tem mantido diálogo positivo com a FIA em relação à taxa de compressão e a outras checagens. Ele afirmou ainda que a equipe pretende manter o foco no desempenho, reduzindo distrações com controvérsias externas.
A temporada de 2026 traz mudanças no regulamento de motores, com maior peso da parte elétrica e alterações na forma de verificação de parâmetros. A margem de interpretação em pontos específicos, como a temperatura de medição, tem sido discutida, gerando debates entre equipes.
A Mercedes é apontada como favorita desde o surgimento dos rumores sobre o regulamento, após os primeiros testes realizados em Barcelona. A equipe informou ter realizado centenas de voltas no W17 durante as sessões iniciais, demonstrando confiabilidade sem grandes incidentes.
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