A WSL anunciou mudanças importantes para o circuito mundial de surfe a partir de 2026. O formato de Finals, que decidia o campeão entre os cinco melhores surfistas, será substituído pelo ranking cumulativo, onde a etapa final será em Pipeline, no Havaí. O circuito terá 12 etapas, começando em abril e terminando em dezembro, ao contrário do calendário atual que vai de janeiro a setembro. O número de mulheres competindo aumentará de 18 para 24, e não haverá mais repescagens nas etapas. As etapas incluirão locais como Bells Beach, Margaret River, Snapper Rocks, Saquarema, Jeffreys Bay, Teahupo’o, Cloudbreak, Lower Trestles, Surf Abu Dhabi, Peniche e Pipeline. Os surfistas levarão seus melhores resultados para a fase final, que contará com eventos em Abu Dhabi e Peniche antes do Pipe Masters, que dará 15.000 pontos, mais do que as etapas normais que oferecem 10.000 pontos.
A World Surf League (WSL) anunciou mudanças significativas no formato do Circuito Mundial de Surfe, que entrarão em vigor em 2026. O evento final, que anteriormente era decidido em uma etapa de Finals com os cinco melhores surfistas, será substituído por um ranking cumulativo. A icônica onda de Pipeline, no Havaí, retorna como a etapa decisiva da temporada.
O novo circuito contará com doze etapas, começando em abril e se estendendo até dezembro, ao contrário do atual formato, que ocorre de janeiro a setembro. O número de competidoras na categoria feminina aumentará de dezoito para vinte e quatro. Além disso, as etapas não terão mais repescagens, o que promete um formato mais dinâmico.
Estrutura do Circuito
O Championship Tour (CT) de 2026 terá início na Austrália, com as seguintes etapas confirmadas:
1. Bells Beach, Austrália
2. Margaret River, Austrália
3. Snapper Rocks, Austrália
4. Punta Roca, El Salvador
5. Saquarema, Brasil
6. Jeffreys Bay, África do Sul
7. Teahupo’o, Taiti
8. Cloudbreak, Fiji
9. Lower Trestles, Estados Unidos
10. Surf Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos
11. Peniche, Portugal
12. Pipeline, Havaí
Após as nove primeiras etapas, os trinta e seis homens e vinte e quatro mulheres serão reduzidos para vinte e quatro homens e dezesseis mulheres para a fase final. O título mundial será decidido com base nos nove melhores resultados de cada surfista entre as doze etapas.
Impacto das Mudanças
Ryan Crosby, CEO da WSL, destacou que essas alterações celebram os cinquenta anos do surfe profissional e visam proporcionar um palco ideal para os momentos mais marcantes do esporte. O evento final em Pipeline, que agora distribuirá quinze mil pontos, reforça a importância dessa etapa na definição dos campeões mundiais.
Essas mudanças prometem não apenas aumentar a competitividade, mas também valorizar a presença feminina no surfe, refletindo um compromisso com a evolução do esporte.
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