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Juliano Tchula, compositor de Marília, rejeita holofotes e prefere discrição

Juliano Tchula pede para não ser retratado no filme de Marília Mendonça, após abandonar a fama ao converter-se e seguir uma nova vida

Juliano Tchula e Marilia Mendonça
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  • Juliano Tchula pediu à equipe jurídica para notificar a Prime Video para não incluir sua imagem no filme sobre Marilia Mendonça.
  • Ele deixou a carreira artística e a fama em dois mil e vinte, após se converter à Igreja Evangélica.
  • Em seu testemunho, ele revelou vícios desde os 14 anos, incluindo bebida, drogas e pornografia, e afirmou ter aberto mão de tudo.
  • Contou que, após sonhar com Jesus em dois mil e dezenove, decidiu mudar de vida, parou de compor letras românticas e hoje prefere música gospel e estilos que edificam.
  • Relatos da esposa sobre episódios de agressividade durante a gravidez de Antonella levaram a buscar ajuda médica e psicológica; ele também passou a fazer tratamento psiquiátrico.

Juliano Tchula, parceiro musical de Marilia Mendonça, afastou-se da fama após se converter. Ele pediu a advogados que notificassem a Prime Video para não incluir sua imagem no filme sobre Marília. A decisão, tomada em 2020, acompanha a mudança de vida do compositor.

Segundo relatos, a decisão foi impulsionada por uma experiência de fé: um sonho em 2019 em que Jesus o convidava para uma nova etapa. Ele diz ter reduzido contatos com antigos amigos e interrompido a maior parte dos trabalhos de composição.

O artista revelou que, antes, vivia com orgulho ligado à fama. Também afirmou enfrentar problemas com álcool desde os 14 anos e que, após o casamento, houve episódios de agressividade. Ele diz ter buscado tratamento e mudado radicalmente de vida.

Mudança de vida e carreira

Juliano afirmou que passou a ouvir apenas músicas que engrandecem a fé. Embora tenha deixado de compor letras românticas, disse que continuou produzindo até 2020, mas sem concordar com esse tipo de conteúdo após a conversão.

A esposa, Flavi Soares, contou episódios de 2017 envolvendo gravidez de risco e crises de bebida. Ela relatou que, na época, pediu ajuda médica quando houve descontrole, e que houve momentos de sofrimento emocional no casal.

Ela relatou também que, em 2018, Juliano aceitou tratamento psiquiátrico e psicológico. Segundo ela, houve episódios de violência doméstica que motivaram a busca por apoio profissional para a família.

Ambos destacaram a importância de mudança, com foco na saúde e na proteção da família. O relato da companheira reforça a percepção de que a decisão de Juliano foi acompanhada por um processo terapêutico.

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