- Em meio à guerra na Ucrânia, temperaturas chegam a −20 °C, com apagões e falta de aquecimento e água em várias regiões, incluindo Kiev.
- Igrejas continuam seus cultos e passaram a servir como abrigo e ponto de apoio para famílias que enfrentam o frio e a crise energética.
- Quando a eletricidade retornava por poucos minutos, as pessoas precisavam escolher entre aquecer a casa, cozinhar ou carregar celulares; geradores ajudaram a mudar esse cenário.
- Egor, que vivia perto de Kiev, refugiou-se com a família em um abrigo durante sirenes de ataque e, depois, passou a distribuir assistência humanitária pela igreja local.
- Igrejas passaram a oferecer espaços para aquecer, carregar celulares, além de programas infantis e aulas de música, mantendo a comunidade unida apesar das dificuldades.
Em meio ao frio extremo e à guerra, cristãos na Ucrânia continuam firmes na fé e professam esperança ao adorarem a Jesus, mesmo diante das dificuldades. A cada dia, comunidades se mantêm unidas em meio a cortes de energia e racionamento de água.
Após ataques à infraestrutura energética, milhões enfrentam apagões e aquecimento indisponível. Kiev e diversas cidades registraram bairros sem luz, com sistemas de aquecimento desligados e abastecimento de água interrompido.
Segundo a organização International Christian Response (ICR), famílias passaram a adaptar rotinas, escolhendo entre aquecer casas, preparar comida ou manter linhas de comunicação com parentes durante momentos de retorno esporádico de energia.
Igrejas como abrigo e ponto de apoio
Em uma cidade, uma igreja sofreu danos por congelamento e ficou sem aquecimento. Poucos dias depois, a congregação retomou as reuniões, vestindo casacos, cantando e mantendo o foco em Deus apesar das dificuldades.
A igreja recebeu um gerador e aquecedores, permitindo que o espaço voltasse a abrigar a comunidade, oferecendo calor, água potável e apoio prático. Casais e famílias passaram a buscar refúgio local, com serviços comunitários em parte da cidade.
Egor, morando próximo a Kiev, viveu sirenes de ataque aéreo e refugiou-se em um abrigo subterrâneo com a família. Posteriormente, abriu a própria casa para oração e assistência, distribuindo itens básicos por meio da igreja local.
Para diversas regiões, as igrejas passaram a funcionar como locais de aquecimento, carregamento de celulares e suporte emocional, além de programas infantis e aulas de música para famílias afetadas pela guerra. Em todos os casos, a comunicação permanece centrada na ajuda mútua.
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