- Um menino de três anos, em Boston, Massachusetts, nos Estados Unidos, disse à mãe que viu Deus pela janela de casa.
- No vídeo, Bento aponta para a janela e afirma: “Olha lá, Deus”, confirmando com a cabeça e dizendo que “Ele cuida de nós … Ali, a sombra”.
- Ele completa: “Olha lá, é Deus com Jesus. Ele saiu da cruz e está vivo”.
- A mãe, Fernanda Precinotto, emocionou-se e o incentivou a contar mais detalhes sobre a experiência; o episódio ocorreu enquanto ela se arrumava para sair.
- Nas redes sociais, internautas compartilharam relatos semelhantes de crianças que teriam tido experiências com Deus.
Dois a três parágrafos iniciais de texto antes de qualquer subtítulo.
Um menino de 3 anos emociona ao afirmar ter visto Deus pela janela de casa em Massachusetts, nos EUA. Bento, que mora em Boston, foi registrado pela mãe enquanto brincava no chão e apontava para a janela para revelar a visão.
Segundo Fernanda Precinotto, a mãe, o episódio ocorreu enquanto ela se preparava para sair. Bento disse que viu “Deus” na sombra da janela, repetiu o gesto de apontar e confirmou que houve presença divina.
A criança declarou, ainda, que Deus cuida das pessoas. A mãe relatou que o momento surgiu de forma espontânea e que houve emoção ao ouvir a explicação do filho sobre a imagem vista.
O vídeo, publicado pela mãe, tem ganhado compartilhamentos nas redes sociais, com internautas relatando experiências semelhantes em relatos de fé e infância.
Para parte dos seguidores, o testemunho de Bento reforça a ideia de que crianças podem expressar percepções espirituais desde cedo. Outros pedem cautela na interpretação de visões infantis.
Comentários de leitores destacam relatos similares de familiares que afirmam já ter ouvido dizer que Deus está presente em momentos de oração ou em situações diárias. O tema divide opiniões entre quem confia na experiência e quem exige cautela.
Especialistas lembram que, em contextos infantis, percepções podem ser influenciadas por conversas, reforços familiares e imaginação. Reforçam a importância de tratar o assunto com sensibilidade e respeito.
A família não indicou planos de acompanhamento médico ou psicológico no momento. Não houve informações oficiais sobre a verificação da visão, que permanece como relato familiar.
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