- Valeriana Silitubun, conhecida como Valeria, sobreviveu ao ataque suicida durante a Páscoa em Makassar, em 2021.
- Ela sofreu queimaduras em cerca de noventa por cento do corpo, passou por quinze, depois dezesseis procedimentos cirúrgicos, e continua em fisioterapia.
- Atualmente trabalha como enfermeira em um hospital policial de Makassar, cuidando de pessoas feridas e vulneráveis.
- Valeria perdoou o agressor, fortalecida pela fé cristã e pela mensagem de Efésios quatro, trinta e dois, com apoio de parceiros locais da Portas Abertas.
- Em vinte e três de maio de dezenove de oito anos, completam-se oito anos dos ataques a três igrejas em Surabaia, que deixaram vinte e oito mortos; a Portas Abertas acompanha as famílias e incentiva a oração.
Valeriana Silitubun, conhecida como Valeria, é sobrevivente do ataque em Makassar durante a Páscoa de 2021. Ela enfrentou queimaduras graves, anos de cirurgias e extensa reabilitação, mas escolheu o caminho do perdão e hoje cuida de outros pacientes.
O ataque ocorreu na capital de Sulawesi, em frente à catedral da cidade. Um extremista realizou um atentado suicida durante a celebração da ressurreição, ferindo dezenas de fiéis. Valeria ficou gravemente machucada, com danos que exigiram tratamento intensivo.
Desde então, Valeria passou por cirurgias reconstrutivas e segue em fisioterapia. A sua 16ª operação foi realizada em novembro de 2025, e ainda permanece com limitações em algumas funções manuais. Mesmo assim, mantém gratidão pela vida.
Como Valeria encarou a violência
A trajetória incluiu recuperação física e apoio emocional. Parcerias locais da Portas Abertas ajudaram na continuidade do acompanhamento pastoral, fundamental para a retomada das atividades diárias de Valeria.
Ela afirma que a fé, aliada à prática do perdão, sustentou-a nos momentos de dor. Ao perdoar o agressor, conforme princípios cristãos, Valeria encontrou liberdade para reconstruir a própria vida e apoiar outras pessoas feridas.
A nova missão na saúde
Hoje, Valeria atua como enfermeira em um hospital policial em Makassar. O trabalho envolve cuidado, empatia e atenção a pacientes vulneráveis, muitas vezes com histórico de violência. O local também simboliza a própria trajetória de recuperação.
A história de Valeria é usada para ilustrar como a violência não determina o destino da fé. Seu exemplo é compartilhado para encorajar comunidades cristãs a manterem a esperança e a prática do amor ao próximo.
Oito anos do ataque em Surabaia
Em 13 de maio de 2018, ataques a três igrejas de Surabaia ceifaram 28 vidas e feriram dezenas. A data é lembrada como um marco de dor para a igreja local, com sobreviventes e familiares recebendo apoio contínuo.
A Portas Abertas acompanha as famílias afetadas há anos, oferecendo cuidado pós-trauma e orientação espiritual. O relato de sobreviventes reforça a continuidade da fé diante da violência.
Apoio contínuo e engajamento
O portal de Portas Abertas destaca que a igreja perseguiu permanece resiliente. O trabalho de ajuda emocional, espiritual e comunitária busca sustentar comunidades cristãs em contextos hostis, com doações que fortalecem ações de cuidado.
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